13 de abril de 2011 às 10h07
XV ft. Miami Horror, “Foreign Exchange Student”
Foreign Exchange Student ft. Miami Horror by Hypetrak
O Miami Horror rendendo base de hip hop.
Foreign Exchange Student ft. Miami Horror by Hypetrak
O Miami Horror rendendo base de hip hop.
Entrevista, camarim e trechos do show do Miami Horror no Rio, realizado via Queremos.

fotos: Fernando Schlaepfer
Um dos expoentes da inexistente cena de synth pop da Austrália (os integrantes da banda ridicularizaram esse conceito, dizendo que só existem mesmo os nomes que todos conhecem: eles, Cut Copy, Bag Raiders, Midnight Juggernauts, Presets, Van She e Empire of the Sun), o Miami Horror veio ao Rio através da mobilização do público via Queremos.
Sentindo o peso do tamanho da casa, ou apenas o cansaço da farra em Porto Alegre e São Paulo, a Miami ensolarada do nome da banda não deu as caras no Circo Voador. Não chegou a nublar, foi algo próximo de uma tarde de outono: nem muito quente, nem muito frio. Na medida.
O vocalista e guitarrista faz o trabalho de palco, se esforçando, subindo nas caixas, pulando pelo palco. Sozinho não dá. Fica faltando pressão do resto banda (o líder, Ben Plant, parecia que ia dormir) para empurrar as músicas de BPM baixo do disco de estreia, “Illumination.” O som, mal passado (médio sobrando, grave faltando), principalmente na primeira metade, atrapalhou.
Com os hits guardados para o final (“Sometimes”, “I Look To You” e “Holidays”) e o som mais acertado, a segunda metade foi bem melhor. Quando o show pegou, acabou.
A culpa não é toda do Miami Horror. Trata-se de uma banda pequena, em início de carreira, fazendo um show do outro lado do mundo. Com a internet (zzzzz…) isso vai se tornando cada vez mais comum, as vezes as bandas são colhidas antes de estar maduras. Essa é a realidade atual e entendendo isso, é divertido observar o processo.
Como a apresentação foi curta, 50 minutos, os gente boas voltaram e tocaram uma versão de “You Can Call Me Al” (Paul Simon). Quem não foi, perdeu uma noite divertida (como ficou gente para ouvir os sets do Ajax e Yugo – Nado Leal tocou antes do show).Quem pagou para banda vir, dançou e cantou, fazendo valer o investimento. Era pra eles que o Miami Horror estava tocando.
O público se mobilizou via Queremos e o show é hoje!
O Jamiel Lidell quer ser o próximo!
–
Circo Voador
Miami Horror + DJs Yugo, Nado Leal e Ajax
7 de abril (quinta-feira)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na lista amiga ou confirmar presença no Facebook)
Circo Voador
Miami Horror + DJs Yugo, Nado Leal e Ajax
7 de abril (quinta-feira)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na lista amiga ou confirmar presença no Facebook)
Circo Voador
Miami Horror + DJs Yugo, Nado Leal e Ajax
7 de abril (quinta-feira)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na lista amiga ou confirmar presença no Facebook)

Circo Voador
Miami Horror + DJs Yugo, Nado Leal e Ajax
7 de abril (quinta-feira)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na lista amiga ou confirmar presença no Facebook)
Disquinho aguardado, após vários remixes e faixas avulsas, saiu a estreia do Miami Horror: “Illumination”
Mais uma do aguardado disco do Miami Horror (bom, por mim ao menos), previsto para agosto. Nem clipe nem música chegam perto da boazona “Sometimes”, mas tá valendo.
E dá-lhe IKVS.
Muito legal o clipe da nova música do Miami Horror, “Sometimes”, com pegada New Order na guitarra.
O vídeo foi dirigido por Rhett Wade-Ferrell, da australiana Moop Jaw, que já havia trabalhado com o Miami Horror em “Don’t Be On With Her” e um dia fará um clipe do curitibano Boss In Drama.
E já que é sexta, sigamos bailando com o Thieves Like Us e a sugestiva “Drugs In My Body”
DJs e Bota Sons, sejamos sinceros: quem quer tocar pra uma pista cheia de machos pulando?
Se sua idéia for essa, manda drum n’ bass que é tiro certo (nada contra, pelo contrário, sou fã, mas fatos são fatos).
Agora, se o objetivo for agradar as muchachas, pode soltar qualquer pedrada do australiano Miami Horror que vai pegar. Pode ser a manjada “Make You Mine” (tanto a original quanto o remix do Fred Falke) mesmo.
Que tal então farofar o momento ainda mais, citando de maneira adolescente parte da letra?
Baby, you’ve got me feeling it in my feet
You’ve got me dancing
No need to ask, just come to me
When you are in need of some romancing
Baby, you’ve got me feeling it in my feet
You’ve got me dancing
All the worries in your mind
just let them go and start dancing
Sexta feira, finalmente. Pra os que não trabalham durante o final de semana (que sina…), vai com tudo.
Na próxima vez tasco um emoticon pra fechar o pacote.
Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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falaurbe [@] gmail.com
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