

O grande Cara de Cavalo, um dos poucos MCs que consegue ser amigo do De Leve e do D2 ao mesmo tempo, finalmente começa a ter o reconhecimento que merece com o lançamento dessa bela série de camisetas.
Quando esse disco sair, derruba a cena. “Bala Benta” já nasce clássica.

A história do reggae numa camiseta
O brasileiro radicado em NY, Cassiano, toca de lá a marca Nossa Design. É deles aquela camiseta “I <3 Baile Funk” que virou febre uns tempos atrás (a minha praticamente anda sozinha), além de outras estampas controversas.
Após muitas festas dedicadas ao funk carioca na grande maçã, Kassiano (com “K” quando assume a persona tocadora de discos) se juntou ao Alexander Technique, do DJ’s Are Not Rockstars, para formar o Tropikill.
Caminhando pelas avenidas tropicais (do ghettotech, cumbia digital e afins, muito bem exploradas pela trupe da carioca Dancing Cheetah), a primeira mixtape, “Treme Treme”, tá na rua.
Entre as músicas, um remix do Tropikill para “Gringo Oba Oba”, dos paulistas do Killer On The Dancefloor.
1. INTRO
2. LARRY TEE “LETS MAKE NASTY” (AFROJACK RMX)
3. KILLER ON THE DANCEFLOOR “GRINGO OBA OBA” (EDU K RMX)
4. STEVE ANGELLO “FLONKO” VS. CHERNOBYL “MAIS” VS. DAVID BOLADO “ROSE BUMBUM”
5. CROOKERS “PARA DE GRACINHA” (STICKY K RMX) VS.
ZOMBIE DISCO SQUAD “EUROVISION” VS.
RIVA STARR “MARIA” VS ZOMBIE DISCO SQUAD “VIE!” FEAT. MC CEZINHA
6. N.A.S.A. “WACHADOIN” (NROTB RMX)
7. GREGOR SALTO “MEXER” (CHUCKIE & DAVE MOREAUX MIX)
8. BASSJACKERS “SOJA”
9. DESIGNER DRUGS “BACK UP IN THIS” (MICHAEL MEDS RMX)
10. PROXY “RAVEN” (KAZEY & BULLDOG RMX)
11. MAJOR LAZER “PON DI FLOOR”
12. KILLER ON THE DANCEFLOOR “GRINGO OBA OBA” (ALEXANDER TECHNIQUE &
KASSIANO TROPIKILL RMX)
13. JACKBEATS “WHAT” (FOAMO RE-EDIT)
14. BLATTA INESHA “BLOW UP” (HIJACK RMX)
15. DEF INC “WALKING THE DEAD” (VATO GONZALEZ RMX)
16. RENAISSANCE MAN “WHAT IS GURU” (RIVA STARR RMX) VS.
DANCES WITH WHITE GIRLS “EVERYONE’S GOT TO MAKE A LIVING”
17. PROJECT CYBORG “HEY LADIES” (MODEKS RMX)
18. HARVARD BASS “CAKED” VS MARCELO D2 “BATUCADA”
19. ACID GIRLS “MINI VIVA” VS MC SABRINA VS EDU K “LINGUIÇA MALUKA FEAT. MC ERIC”
20. MIIKE SNOW “ANIMAL” (FAKE BLOOD RMX)
21. ZUZUKA PODEROSA x RIONEUROTIC BASS (DJ EDGAR) VS SIDNEY SAMSON
“RIVERSIDE” (AFROJACK RMX)
Grande dama do eletechno e chefe do selo BPitch Control, Ellen Allien ataca de estilista.
Looklet. De nada, meninas.
Via @mrmanson
Se você tiver saco de folhear 400 páginas digitais, dá pra passear pelo livro “Made for Skate”, contando a história dos calçados feitos especialmente para os carrinhos.
Jeitinho bizarro esse que a Diesel encontrou pra divulgar sua nova coleção, com uma sequência de vídeos bem esquisitos.
Dica do Antológico.
Ninguém mais aguenta os hipsters.

Surfistas, Rio de Janeiro (2000)
Os grupos sociais e seus códigos internos de vestimenta. Pra quem pensa que não usa uniforme.
O mix de 15 minutos que o Justice produziu para a Dior, “Planisphere”, dividido em cinco partes.
Hipster olympics
A revista Adbusters analisa o fenômeno global dos hipsters, cujas referência retrô 80, 90 com pitadas de nerdice cool (não é um contra-senso, acredite), é comumente confundida com o inexistente “movimento” nu-rave.
Um trecho, resumindo bem os hipsters:
“Dê uma volta por qualquer grande cidade norte-americana ou européia e você certamente verá diversos fashionistas de vinte e poucos anos pelas ruas exibindo diversas marcas registradas estílisticas: jeans skynny [bem apertados], leggins de algodão, bicicletas de corrida sem marchas, roupas de flanela, óculos falso e um keffiyeh — inicialmente utilizado por estudantes judeus e manifestantes ocidentais para demonstrar solidariedade aos palestinos, o keffiyeh tornou-se um acessório cliché dos hypsters, completamente desprovido de sentido”
É uma bela bordoada. O engano do autor é esperar dessa turma algum engajamento nunca prometido. Nem tudo que acontece a margem do grande mercado (se é que existe isso hoje em dia) é contra-cultura.
É impressionante como esse estilo está presente nas principais capitais do mundo, inclusive no Brasil, numa pasteurização estética que o movimento hippie levou uma boa década para atingir. Não haver ideologia além do hedonismo, combinado com a internet, deve ter ajudado bastante.
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