OEsquema

Arquivo: Mondo Bizarro

Troféu Mondo Bizarro 2008 – categoria vídeo

“Quer chegar? Chega direito”, do quadro Dance com Fly no programa Caldeirão do Huck, onde o coreógrafo ensina como chegar numa gatinha na boate. A azaração nunca mais foi a mesma depois desse vídeo.

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Troféu Mondo Bizarro 2008 – categoria matéria

“Adriane Galisteu agacha em calçada para falar ao celular”, da agência Terra e veiculada em trocentos jornais, como O Dia. Um primor de jornalismo on line.

Curiosamente, a “notícia” foi publicada no mesmo dia que lançamos o portal OEsquema. Deve ser um sinal.

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Mondo bizarro: número 2

O nome do blogue é Já caguei aqui. Não precisa falar mais nada, precisa?

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Mondo Bizarro 11: desfile

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Mondo Bizarro 10: ataque dos golfinhos

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Mondo Bizarro 09: crash

existem projetos de como evitar esse tipo de acidente com o Nintendo Wii em saites especializados, como o Wii Have a Problem.

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Mondo Bizarro 08: demolidor

Pescado na Ovelha Elétrica

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Mondo Bizarro 07: ôôô, Aurora!

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Mondo Bizarro 06: quase!

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Mondo Bizarro 05: encaixotado

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Mondo Bizarro 04: noivado

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Mondo Bizarro 03: de bicicleta

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Mondo Bizarro 02: o vento

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Mondo Bizarro 01: orca

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Tosqueiras 90


NKOTB, “Tonight”

Andando pela Oxford Street, resolvi passar na HMV para comprar uns compactos em vinil. Metade das portas estavam fechadas e havia um alvoroço na porta, gente entrando correndo para assistir o show que estava rolando do lado de dentro. Até aí, normal.

Chamava atenção o fato da maior parte das pessoas ser de mulheres de cerca de 28, 30 anos. Como o público não lotava a loja, entrei pra tentar comprar os discos mesmo assim. Uma vez do lado de dentro, a surpresa.

No palco estavam cinco rapazes, parte de alguma boy band da vez. A gritaria foi ficando mais alta e as prateleira de vinis estavam encobertas pelo público, tornando impossível o acesso as bolachas. Foi quando começou mais uma música, e essa eu conhecia: “Tonight”.

Todas as mulheres começaram a telefonar para amigas, repetindo “Listen! Listen!” e rindo sem parar, enquanto mais gente tentava entrar na loja. O New Kids on the Block dá início a nostagia da podridão dos anos 90 (porque o que presta não precisa dessas coisas) num degradante show, a 13h, numa loja de discos cheia de gente rindo da situação.

O que não é a passagem de meros 15 anos. Mesmo que o grupo não admita as intenções de capitalizar em cima das fãs hoje crescidinhas, uma boy band de “garotos” de 40 anos mirando meninas de 16 renderia, no mínimo, um processo por pedofilia.

Os caras queimaram a largada, é verdade. Ainda não está na hora dos anos 90. O que mostra que esperto mesmo é o Axl Rose. Ou você acha que o atraso gigantesco para o lançamento do novo do Guns n Roses, “Chinese democracy”, é coincidência? O sujeito deve estar esperando o momento certo.

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