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Lançamento: Letuce, “Manja Perene”

Tendo acompanhado a carreira do Letuce desde quando ainda se chamava Lettuce com dois Ts e tocou na festa de 6 anos do URBe (aliás, em abril tem a de 9 anos), ou até antes, quando a minha xará de aniversário Letícia ainda era da banda do João Brasil,

Vi o disco de estreia pintar entre os melhores de 2009 e com alegria compartilho, em primeira mão, o novo trabalho da dupla Letícia & Lucas, “Manja Perene”.

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Cambriana, “House of Tolerance”

Pintou o disco inteiro dos goianos do Cambriana, já comentados por aqui.

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Minuto Tumblr 02

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Finalzinho Chegando, “#1″ (EP)


Integrante do Dorgas, o Guerra está com um projeto solo, Finalzinho Chegando.

“[Esse] é o primeiro lançamento da série Finalzinho Chegando, lançado em 12 de janeiro de 2012. É basicamente eu, meus sintetizadores, samples e sequenciadores, lindão.”

Ele ainda diz que o plano é soltar duas músicas por mês.

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Discoforgia, “Epitaph” (Strausz Remix)

A estreia do Strausz num selo gringo. Vai vendo.

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André Ramiro, “Crônicas de um Rimador”

Conhecido como o Capitão Mathias, do “Tropa de Elite”, André Ramiro volta ao rap. Mirando no pop, é menos Batalha do Real (olha o embate Ramiro x Emicida) e mais rádio.

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SBTRKT, “2020″

Não sabia da existência desse EP do SBTRKT, “2020″. Foi como acordar de manhã e descobrir que se tem mais uma horinha pra dormir.

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O terceiro EP do The Weeknd, “Echoes of Silence”

E você aí, achando que o ano tinha acabado. Vem o The Weekdnd e solta mais um EP, “Echoes of Silence”, o terceiro do ano, fechando a trilogia. Só baixar na página deles.

Vi lá no Bracin, um dos novos vizinhos. O quê? Não vai dizer que você ainda não está entrando na página inicial d’OESquema todo dia e tem visitado os outros blogues do portal? Espero que esteja.

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Bota Pra F*der, “Sextape #003″

Esquentando pra festa desse domingo (perde não!), olha aê a terceira mixtape da Bota Pra F*der, músicas para fazer amor. A trilha está garantida com a “Sextape #003″, só baixar, o resto é com você.

As “Sextape #001″ e “Sextape #002″ continuam pra jogo, baixar.

AS MÚSICAS:

ANTES

00:00 – Kevin Drew, “Gang Bang Suicide”
06:15 – The Strokes, “I’ll Try Anything Once” (You Only Live Once Demo)
09:24 – Girls, “Love Like A River”

DURANTE

12:59 – Ducktails, “Hamilton Road”
15:19 – AM, “It’s Been So Long”
18:08 – Hype Williams, “The Throne”
22:13 – Youth Lagoon, “Cannons”
25:51 – SILVA, “Imergir”
30:39 – The Radio Dept, “It’s Personal”
34:05 – Com Truise, “Brokendate”

DEPOIS

38:41 – Danger Mouse & Sparklehorse, “Revenge” (feat. Wayne Coyne)

COMEMORAÇÃO

43:30 – Etta James, “At Last”

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Bixiga 70, “Bixiga 70″ (2011)

Olha aê o disco da banda de afrobeat paulistana Bixiga 70. Com capa feita pelo MZK e produzido pelo Victor Rice, com direito a três dub versions. Belezura.

Bixiga 70 (2011) by bixiga70

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Radio Soulwax, “Batuta Discos” (Mixtape)

A caminho do Brasil (e como tentamos trazer pro Rio pelo Queremos…), os 2ManyDJs preparou uma mixtape só de música brasileira.

Agora, chama atenção mesmo o vídeo feito especialmente para ilustrar o som, com reproduções das capas dos discos em diversos lugares de São Paulo – e o o próprio vídeo em formato de LP. Produça da peia… Demais.

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Mundo Livre S/A, “Novas lendas da etnia Toshi Babaa” (2011)

Dias agitados na música brasileira. No espaço de uma semana saíram o “Samba 808″ do Wado, “Música Crocante” do Autoramas e agora Novas lendas da etnia Toshi Babaa”, a volta a boa forma do Mundo Livre S/A. O suingue e violão de nylon dos co-fundadores do Manguebeat adota os sintetizadores retrô apresentados pela geração pós-mangue do Recife do Mombojó e China. Dando as primeiras voltas por aqui, tá bem bom.

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Autoramas, “Música Crocante” (2011)

Autoramas é Autoramas, não tem erro. Esse “Música Crocante” só confirma.

“Tudo Bem”, “Guitarrada II” (que venha a III!) e “Verdade Absoluta” (e o órgão importado do Lafayette e os Tremendões) já valem o disco, que ainda tem as baladinhas “Sem Privilégios” e “Luana López” e fecha com uma versão instrumental de “Blue Monday” (New Order).

Como ia dizendo, Autoramas é Autoramas. Não tem erro.

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Wado, “Samba 808″ (2011)

Demorou mas chegou. Ontem a noite Wado soltou  “Samba 808″, seu sexto disco. No Twitter, antes de fazer comentários sobre cada música, o compositor anunciou o lançamento como um parto. A ilustração do rescém-nascido da capa seria então uma espécie de metalinguagem, dupla (tripla, considerando “Feto”, música do primeiro trabalho): nasceu não apenas o disco, como, cinco bolachas depois, nasce também o Wado. Ou um Wado, por precaução, já que o catarina radicado em Alagoas segue se reinventando.

Lançado exclusivamente em formato digital, não há previsão de lançamento físico. O CD é mesmo dispensável, um vinil iria bem. Seja como for, é uma atitude interessante. Sem gravadora, selo, nada. É o disco e a internet, a “cultura MP3″, como explicou Wado no texto de apresentação.

Em “Samba 808″, os sambas, funks e as chapações ensolaradas da tríade “Manifesto da Arte Periférica”, “Cinema Auditivo” e “A Farsa do Samba Nublado”, sempre enfeitados por efeitos eletrônicos e camadas de sintetizadores, encontram as batidas terceiro mundistas do “Terceiro Mundo Festivo” e a diáspora negra cantada em “Atlântico Negro”, quando Wado inverteu a ordem dos fatores e a programação ganhou destaque.

Equilibrando-se entre essas duas variações – eletrônica ao fundo ou a frente – “Samba 808″ encontra, desde o título, a mistura exata. É um disco catalisador de ideias musicais espalhadas pelos outros trabalhos. Aqui, como de costume, as referências são absorvidas, filtradas e devolvidas de maneira sutil, onde as timbragens são mais importantes do que emular batidas.

Num disco carregando “samba” no nome, “Não Para Não”, re-interpretação chapada do funk “Elas Estão Descontroladas”, demonstra até onde se estica o conceito de “versão” de Wado – fará Tom Zé feliz. O sopro de inovação chega longe. Um dos destaques do disco, “Com a Ponta dos Dedos” coloca Marcelo Camelo sobre uma base eletrônica (primeira vez?) – e traz de brinde uma Mallu não-creditada.

Ao que parece, Wado chegou e cansou de esperar. E se gente suficiente não escuta suas composições pelo caminho usual, ele está disposto a encontrar algum atalho. Das dez músicas, sete tem alguma participação especial. A lista pode abrir portas físicas e janelas virtuais para Wado em diferentes públicos: além de Camelo; Zeca Baleiro, Chico César, Curumin, Fabio Góes, Fernando Anittelli, André Abujamra e Alvinho Lancellotti também participam.

Tomara. Disco após disco, Wado continua não recebendo a atenção que merece. Já é hora disso mudar, de vez.

Ouça todas as músicas:

O próprio Wado escreveu o texto de apresentação do “Samba 808″ e comentou cada faixa no twitter:

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THE-DRUM, “Soft Flex Mixtape”

Venenosa a mixtape do THE-DRUM, só R&B anos 90 enxarcado de vocais fantasmagóricos, batidas quebradas e graves amassando. Abaixo as músicas identificadas pela dupla no Soundcloud:

Aaliyah & Missy Elliot, “Beats 4 Da Street”
THE-DRUM, “OxBlood”
Ludacris ft. Shawnna + Dru Hill, ”Rollercoaster”
Xscape, “My Little Secret” (Timbaland Remix)
Xscape, “My Little Secret” (Lil Jon Remix)
Supreme Cuts, “Ammnesia”
Soulja Boy, “Pretty Boy Swag” (CLUB CHEVAL Remix)
THE-DRUM, “Let Me”
Omarion, “Bria’s Interlude”

Soft Flex Mixtape by THE-DRUM

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Bixiga 70, “Di Malaika” (2011)

As faixas, que fazem parte do primeiro disco do Bixiga70 (a ser lançado em novembro de 2011), foram gravadas ao vivo no Estúdio Traquitana em abril desse ano, mixadas por Victor Rice, masterizadas por Filipe Tichauer e a belíssima capa é do grande amigo e Mestre Zen MZK.

Músicas novas da banda de afrobeat paulista Bixiga 70, com direito a dub version.

Tema Di Malaika by bixiga70

Dub Di Malaika by bixiga70

Via Tapetes Sírios.

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James Blake, “Enough Thunder” (EP) (2011)

Nem bem lançou seu primeiro disco, James Blake não aguentou e lançou um EP. “Enough Thunder” traz uma colaboração com Bon Iver, “Fall Creek Boys Choir”.

Abaixo, a primeira execução pública da faixa-título:

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Silva, “Silva” (EP)

Nas últimas horas recebi o link desse EP do Andre Paste, do Rafael Salim, saiu no Party Busters… Das duas uma: ou esse capixaba Lúcio Silva de Souza é muito bem relacionado ou o som é bem bom. Ouça e decida. Na primeira orelhada, “SILVA” soou como se o Los Hermanos (ou só o Camelo) tivessem surgido em 2011 através de um Moreno Veloso morando em Londres e fazendo post-dubstep e chillwave – isso é pra ser um elogio, viu.

SILVA by silvasilva

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Mayer Hawthorne, “How Do You Do”

Chegou o segundo disco do Mayer Hawthorne, “How Do You Do”. Só sai em 11 de outubro, blá, blá, blá…

Tá bem bom. Mais do mesmo, talvez, porém menos retrô, deixando as influências do hip hop, principalmente na bateria.

Abaixo, as duas músicas que já ganharam clipe:

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Chico Dub, “Elogio à Preguiça” (mixtape)

Meu parceiro na concepção do “Dub Echoes”, o pesquisador, produtor e curador de eventos Chico Dub é um dos caras com o gosto musical mais peculiar que conheço e uma grande influência nos bons sons. A mixtape que ele fez para o Deep Beep dá uma boa ideia disso e na entrevista por lá ele fala mais um bocado de coisas.

Repassando a sugestão, pra ouvir na horizontal.

1 – The Deeep – “Mudd (Grand Am Version)”/ 100% Silk
2 – Shlohmo – “Just us”/ Friends of Friends
3 – Samiyam – “Where I am”/ Brainfeeder
4 – Com Truise – “Polyhurt”/ Ghostly International
5 – Holy Other – “Touch”/ Tri-Angle
6 – Luke Abbott – “Sirens for the colour”/ Border Community
7 – Tonny Allen – “Ole (Moritz Von Oswald Remix)”/ Honest Jon’s
8 – DeepChord – “Tangier”/ Soma Quality
9 – Cosmin TRG – “Star Motel”/ Fifty Weapons
10 – Caribou – “Jamelia (Bonjay Cover)” / City Slang
11 – The Weeknd – “Thursday”/ The Weeknd
12 – Jamie XX – “Far Nearer”/ Numbers
13 – Clams Casino – “Waterfalls”/ Tri-Angle
14 – araabMUZIK – “Electronic Dream”/ Duke
15 – Gilette – “II”/ 100% Silk
16 – Nicolas Jaar – “Keep me there”/ Circus Company
17 – James Pants – “Screams of passion”/ Stones Throw
18 – Ssaliva – “West End”/ Leaving Records
19 – Balam Acab – “Expect”/ Tri-Angle

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Bruno Mello, “Roots in my Roof – Vol1″ (mixtape)

Bom set de digi-reggae.

Roots in my Roof – Vol1 by Brunno Mello

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Bota Pra F*der, “Sextape #002″

Olha aê a segunda mixtape da página mais amorosa da internet: Bota Pra F*der, músicas para fazer amor. É só baixar a “Sextape #002″ e partir pro amasso.

E olha que tem papo que nesse verão tem festinha e tudo… Vai vendo.

“Sextape #001″ continua na rede.

BotaPraF*der, “Sextape # 002″ by BotaPraF*der

As músicas:

ANTES

00:00 – Gil Scott-Heron, “We Almost Lost Detroit”
05:07 – Samia Farah, “Cool”
09:53 – Mad Professor, “People of Yoruba”
12:52 – Kruder & Dorfmeister, “Sofa Rockers”

DURANTE

17:08 – Sebastién Tellier, “Roche”
21:57 – My Morning Jacket, “Wordless Chorus”
26:05 – The Black Keys, “Psychotic Girl”
30:03 – The Rolling Stones, “Beast of Burden”
34:23 – The Kills, “Future Starts Now”
38:26 – The Knife, “Heartbeats”
42:15 – Nine Inch Nails, “Closer”

DEPOIS

48:23 – Yo La Tengo, “Saturday”
52:27 – Portishead, “Only You”
57:30 – Lovage, “Stroker Ace”

DE NOVO

01:01:49 – Timber Timbre, “Black Water”

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Sany Pitbull, “The Miami Bass Never Die” e “Break Voador, Só das antigas” (mixtapes)

Passado e presente do Miami Basse do baile funk, segundo Sany Pitbull. Ele mesmo explica:

“Uma mini-mixtape com algumas pérolas do meu arquivo VIVO do Funk, algumas montagens que fizeram nome e deixam saudades nos funkeiros das antigas (ou não tão antigos assim). Se você tem entre 28 e 35 anos e é do Rio de Janeiro, curtiu o Caldeirão da Tijuca (Baile do Salgueiro), Baile do Fogueteiro, do Emoções da Rocinha, Baile da Fazendinha ou do Morro dos Prazeres, Mineira, Borel ou Tabajaras, você vai se arrepiar… Espero que curta. Fiz com carinho.”

Sany Pitbull – Break Voador MixTape ( Só das antigas) Parte 01 by Sany Pitbull

“No anos 80 um som vinha dos Estados Unidos e invadia o Rio de Janeiro e a mente dos jovens da cidade maravilhosa. O grave movia tudo em volta e fazia balançar os corpos nos clubes do subúrbio Carioca. E eu estava lá. Não entendiamos nada que eles cantavam e por isso colocávamos nomes nas musicas de melôs, era o nosso jeito de “cariocar” o americano. Nenhuma cidade no mundo consumiu e dançou mais esse batida frenética como o Rio. Muitos pensam que a fábrica fechou, mas para nossa alegria ela continua viva e mais forte do que nunca, ainda hoje influenciando o mundo inteiro. Sorria amantes dos bailes da antigas, pois o MIAMI BASS continua vivo. ELE NUNCA VAI MORRER.”

Sany Pitbull – The Miami Bass Never Die 2011 by Sany Pitbull

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Neon Indian, “Era Extraña”

Saiu o disco novo do Neon Indian, “Era Extraña”. Dá pra ouvir na página da NPR, música por música ou o disco todo numa faixa só.

Essa “Polish Girl” é boa demais:

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Boss in Drama, “Pure Gold”

“Vazou” o primeiro disco do Boss in Drama, que tocou na festa de 6 anos do URBe, “Pure Gold”. Na página do Boss in Drama, dá para escutar o lado A dando um curtir no Facebook e o B com uma tuitada. Ou dá play no Soundcloud do Péricles, o Champignon eletrônico.

PURE GOLD (DEBUT ALBUM – 2011) by Boss in Drama

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