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Arquivo: multiplicidade

Hoje (e amanhã) tem: Thomas Kohner no Multiplicidade

+ infos aqui e aqui.

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Hoje tem: Lise + L_ar no Multiplicidade

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Hoje tem: Zach Lieberman + Daito Manabe no Multiplicidade

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Deodato de volta ao Rio


“Skyscrappers”

O arranjador chegou a ficar 15 anos sem tocar no Brasil. Semana passada esteve no Rio para mais um show imperdível, dessa vez “apenas” três anos após as suas últimas apresentações por aqui.

O repertório do show foi feito em conjunto com os curadores/produtores do evento, Batman Zavarese e Chicodub, deixando bem ao gosto dos fãs. Foi uma formação diferente das outras duas utilizadas por aqui (com a Jazz Sinfônica em São Paulo, com um trio no Rio) – e melhor.

O show esquentou muito nesse formato. No Teatro Casas Grande ganhou o calor que faltou nas duas apresentações na Sala Cecília Meirelles em 2007. Ao trio foi adicionado uma guitarra, percussão e um naipe de metais. Os dois últimos itens fizeram toda diferença.

Convidado para ilustrar o show, o designer Breno Pineschi criou um telão utilizando a técnica conhecida como map projection (português, por favor), criando um telão em profunididade e auxiliando muito a viajem psicodélica de Deodato.

Foi uma noite totalmente fora do usual, felizmente de casa cheia. Vamos ver se o Deodato encolhe ainda mais os períodos de ausência por aqui.

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DJ Spooky e sua “Terra Nova: Sinfonia Antarctica”

Preocupado com o clima no planeta, o DJ Spooky desembarcou por aqui para apresentar a sua “Terra Nova: Sinfonia Antarctica”, a convite do Multiplicidade, apenas no Rio.

Acompanhado por um grupo de cordas, o produtor fez intervenções com os CD-Js (conectados a um iPad e a um iPhone) e mixa o som do quarteto ao vivo, criando efeitos e fazendo o som circular pelo ambiente. Cercados por telas, no fundo e a frente do palco, imagens da Antártica sobrepostas por informações de texto.

Soa um tanto massante e é mesmo. Um certo conservadorismo nos efeitos, respeitando demais as cordas pra proposta ousada do projeto e as imagens pouco inspiradas, tornam a experiência toda um pouco longa e monótona e repetitiva demais.

Não foi a melhor apresentação do mundo. Ainda assim, cabe dizer, é muito bacana poder assistir algo assim no Rio. Sempre gera ideias em quem assiste.

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Hoje tem: Deodato e Pineschi no Multiplicidade – PROMO

Pensa rápido e complete: Eumir Deodato é… Os dois primeiros levam um ingresso cada (total de dois ingressos individuais) para assistir o Eumir Deodato e Breno Pineschi no Multiplicidade.

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Hoje tem: DJ Spooky no Multiplicidade – PROMO

Quantos graus fazem agora na Antártica? Os dois primeiros a informar levam um ingresso cada (total de dois ingressos individuais) para assistir o DJ Spooky Multiplicidade + entrada na festa no 00.

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A multiplicidade


Principles Of Geometry + projeções em 3D do AntiVJ
foto: Rodrigo Torres

Há cinco anos no ar, o Multiplicidade tem uma missão muito maior do que ser o evento hypado ou ultra cool do momento. Ao oferecer apresentações vanguardistas, tanto de artistas extrangeiros ou brasileiros, o Multiplicidade desempenha um papel parecido com o de um moderno centro cultural.

É possível assistir uma apresentação como a do Principles of Geometry com visuais do AntiVJ de maneira quase casual. Em plena terça-feira, as 21h, sem envolver programações elaboradas, você tem a chance de assistir algo que é específico demais para os grandes festivais e caro demais para os pequenos.

Mesmo que o que não seja totalmente revolucionário, na pior das hipóteses aumenta a cultural visual e musical, oxigena idéias e gera um intercâmbio local com o que está sendo feito em outros países, muitas vezes de maneira independente.

Tal qual nas principais capitais da Europa ou dos EUA, o programa é uma volta pra casa que rende uma história pra contar no jantar, que faz pensar ou no mínimo relaxar.

É uma coisa tão simples que parece bobo. Não é. É bacana demais ter uma opção dessas pra fazer.

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Hoje tem: AntiVJ + Principles of Geometry (sorteio de ingressos)

Principles of Geometry:

“‘A Stereophonic Show’ é um projeto desenvolvido” pelo selo visual europeu AntiVJ e pela dupla de música francesa Principles of Geometry que pretende, através da combinaçãode vídeos em 3D com trilha eletrônica vingate, levar a platéia à uma jornada monocromática e geométrica através do espaço. É a primeira vez que ambos os artistas se apresentam no Brasil”

Os quatro primeiros a declarar que o Nilmar é melhor que o Robinho ganham um par de convites para bagunça (quatro pessoas ganham dois ingressos cada).

+ infos: www.multiplicidade.com

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Hoje tem: Naná Vasconcelos + DJ Dolores, terça (convites pra jogo!)

Os quatro primeiros a comentar levam um par de convites cada (quatro ganhadores, oito convites no total).

+infos: Multiplicidade

OBS: A promo entrou no ar antes da hora por um erro meu. Esclarecendo, o show é TERÇA, 10 de novembro! Desculpe a confusão.

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Hoje tem: Multiplicidade com Jam da Silva e OEstúdio

+ info: www.multiplicidade.com

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Hoje tem

Clique na imagem para ver os detalhes. A festa de um ano do Agemda é o verdadeiro “encontro dos trios” carioca.

Toco as 2h, com os meus companheiros da CA-CA-CA-CALZONE.

Os cinco (05) primeiros a deixar comentário ganham um convite.

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Corta e cola

A lenda João Brasil segue com seus experimentos com vídeo. A estréia do formato ao vivo da versão áudio-visual do seu show foi no Multiplicidade, no Espaço Oi Futuro, evento por onde sempre passa muita gente boa.

Foi um bom início, ainda que a execução do conceito tenha ficado um pouco bamba. Sampleando vídeos e áudios, João dividiu a apresentação em quatro movimentos.

Começou com sons e imagens dos primórdios da música eletro-acústica, passando por Stockhausen e Kraftwerk, até desembocar nas suas próprias influências musicais e visuais.

O quarto final da apresentação foi a mais bem resolvida. Calcada no que vem mostrando nas apresentações ao vivo do seu disco de mashups, o show “Big Forbidden Dance” ganhou muito com o acompanhamento de imagens para o que se escuta.

Esse tipo de trabalho não é novidade nenhuma. O DVJ está aí faz tempo, tem coisa criativas sendo feita por Mike Relm e as bobagens do DJ Yoda. O que pega é que grande parte desses artistas segue o mesmo caminho: ou sampleia hits cinematográficos e internéticos ou sublinhar o som com as imagens.

O que ainda não se vê esse tipo de artista fazer é produzir conteúdo próprio, em vez de simplesmente cortar e colar. A base do trabalho e o formato é sempre bastante similar, geralmente um telão ao fundo e um DJ/VJ a frente.

Nesse sentido, as colagens que João fez para o funk “Luana x Dado” (que se é musicalmente cansativo, é inteligente como forma de comunicação ao resenhar o assunto daquela semana) ou o  clipe de “Baranga” feito apenas com versões da músicas upadas por fãs no YouTube indicam um caminho, uma proposta.

No fim das contas, o legal do Multiplicidade é justamente servir de plataforma para esse tipo de tentativa e erro, onde muito mais do que um trabalho concluído, se assiste a várias possíveis conclusões.

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Corta & Cola

Oi Futuro
Multiplicidade – João Brasil Corta & Cola
10 de dezembro (quarta-feira)
20h
R$ 15

Como será a apresentação do Multiplicidade?

Eu fui convidado para fazer uma apresentação multimídia. Vai ser uma apresentação meio didática, meio artística, que tem o propósito de mostrar desde os primórdios da música eletro-acústica passando pelas minhas maiores influências e mostrando quem sou eu agora nesse universo de corta-cola digital.

Tudo que vou apresentar foi tirado da internet: vídeos de YouTube, mashups de músicas baixadas na rede… Dividi a apresentação em quatro movimentos baseado no disco “A love supreme”, do John Coltrane.

No terceiro movimento, vou interagir com as imagens, tocando minha MPC e meu controlador Wii. A internet, a Web 2.0, o Youtube e o Limewire são minhas fontes de conteúdo.

De que maneiras os vídeos tem influenciado o seu trabalho?

O poder de comunicação que a imagem proporciona junto com a música é impressionante. Agora que tenho acesso a edição de vídeo (pois uso o programa Ableton Live versão 7), minhas músicas virão acompanhadas de imagens. É um barato! E as meninas gostam.

Como você tem feito esses vídeos?

Baixo os vídeos, corto, faço edições e transformo em algo novo.

Mas você não era um cara engraçado? Agora está levando as coisas a sério?

Sempre levei as coisas a sério, as pessoas é que acham graça. Hahaha!

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Hoje tem

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