OEsquema

Arquivo: nova york

Diga algo legal

Um microfone aberto e um púlpito em Nova York para qualquer dizer algo bacana.

Via Don’t Touch My Moleskine.

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Nova York tremendo

Nova York tremeu.

Via @daniarrais > @faresende.

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“The Lost Tribes of New York City”

Lembrei desse vídeo, procurei aqui no URBe e descobri que, assim como quase dois anos de arquivos, essa publicação foi pro limbo em uma das fritadas do antigo portal Gardenal.org (DEP). Então, publico de novo.

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Star Wars em NY

Imagina quando essa realidade aumentada dispensar a intermediação da tela e você puder acertar as naves (ou o que seja) olhando diretamente para elas voando, a olho nu. Isso está apenas começando.

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O mapa do rock em Nova York

“Up to Lexington, 125/Feeling sick and dirty/More dead than alive…”
The Velvet Underground, “I’m Waiting for the Man”

“Get as high as you can on Saturday night/Go to church on Sunday to set things right…”
Gil Scott-Heron, “Small Talk at 125th and Lenox”

“53rd and 3rd, standing on the street/53rd and 3rd, I’m trying to turn a trick…”
Ramones, “53rd and 3rd”

“From Bowery to Broome to Greene, I’m a walking lizard…”
Sonic Youth, “Hyperstation”

“New York is cold but I like where I’m living/There’s music on Clinton Street all through the evening…”
Leonard Cohen, “Famous Blue Raincoat”

“Walking by myself/Down avenues that reek of time to kill…”
Santigold, “LES Artistes”

A Flavorwire mapeou NY de acordo com as letras de canções de bandas e músicos da cidade.

Dica da @rosanafortes.

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O milagre da materialização

"A Hundred Bucks"

"Custom Adidas"

"A Wii"

"A Beer"

O mesmo Justin, criador do “NYC Garbage”, idealizou junto com a mulher Christine o “Wants For Sale”, uma galeria de arte em que o casal de artistas pinta o que desejam ter e vendem a tela exatamente pelo mesmo preço do produto. As fotos mostram algumas das coisas que já conseguiram nesse esquema.

Talvez com peso na consciência pelos próprios desejos consumistas, criaram também o “Needs For Sale”, seguindo a mesma mecânica, porém focado em ações de caridade.

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Lixo de NY

Cube 912 in São Paulo, Brazil

Trabaho de Justin Gignac, “New York City Garbage” é um misto de reciclagem, arte, garimpo, deboche e museologia.

Via 10 Answers.

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Google e a privacidade

O Facebook tem sido o alvo preferencial nas discussões sobre (a falta de) privacidade online. O Google, no entanto, não fica muito atrás e tem tido suas práticas combatidas pela campanha Inside Google, da Consumer Watchdog. O vídeo acima foi exibido num telão em Times Square, em Nova York, recentemente.

Via O Globo Digital.

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Matteo Pericoli e as janelas de NY


Philip Glass


David Byrne


Annie Leibovitz

Primeiro o italiano Matteo Pericoli desenhou todo o horizonte de prédios de Nova York, publicados no livro “Manhattan Unfurled”. Deu tão certo que literalmente abriu as portas para seu segundo projeto na cidade. No livro “The City Out My Window: 63 Views on New York”, Matteo rabiscou a vista da janela de alguns moradores famosos de NY. No momento ele está concentrado no registro de Londres.

Veja se você não reconhe o traço do sujeito de algum outro lugar:

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I Lego NY

Legal o livro do Christoph Niemann.

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Make The Girl Dance, “Kill Me”

Os franceses do Make The Girl Dance, que já haviam causado burburinho com o clipe de “Baby Baby Baby”, lançaram o vídeo de “Kill Me” respondendo uma pergunta simples: se você tivesse apenas oito dias de vida, como usaria todas suas economias?

Pra mostrar o que fariam, os caras torram 30 mil dólares em uma viagem pelos EUA regada a drogas, prostitutas e jogos, no melhor estilo estrela do rock.

Via @mrmanson.

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Turistas e nova-iorquinos

A brincadeira teria mais graça se fosse somente uma instalação. Os repórteres atrapalham, mas não estragam.

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Tentando a sorte em NY


Garagem de ensaio de Gregory Pasqua, do Indian Saints

Nos últimos tempos, a cena musical do Brooklyn, em Nova York, é de onde despontam mais bandas destinadas ao hype. É o epicentro sonoro do mundo, onde todo músico pop gostaria de estar e conseguir atenção.

O brasileiro Pedro Kakcowicz decidiu tentar a sorte e conferir pessoalmente como funcionam as coisas por lá. Ficou dois meses em Williamsburg e contou para o URBe como foi a experiência.

“A ideia da viagem começou quando me dei conta de que precisava comprar um laptop novo. Pesquisei o preço do MacBook Pro aqui nos sites brazucas e obviamente dei uma fuxicada na diferença do preço nos EUA. A diferença era tanta que pensei: se eu passar alguns dias em NY visitando uns amigos, comprar o laptop  e voltar ainda sai mais barato.

“Já que eu estava indo, resolvi dar uma esticada pra tentar fazer algum som por lá. Corri atrás de algum contato interessante e arrumei alguns. Não eram exatamente o que procurava, então um dia antes de pegar o avião, resolvi entrar no Google e pesquisei algum tipo de classificados local, achei o Craigslist.

“Vi dez anúncios precisando de um tecladista, ouvi os sons e curti cinco. Escrevi com um link pro meu MySpace e em vinte minutos recebi minha primeira resposta. Em 4h já tinha recebido todas, os emails era sempre mais ou menos o seguinte: ‘Curtimos teu som, você pode ensaiar 3ª e 5ª as 20h? Temos show marcado semana que vem na 4ª, por favor avise hoje se puder iniciar amanha! Obrigado.

“Essa objetividade toda acabou me pegando de calças curtas. Fui marcando ensaios e tal e só depois me dei conta que não tinha instrumento, nenhum teclado lá! Enchi a boca pra falar tudo que eu tinha, Nord Electro 61, Prophet…mas tudo no Brasil! Comprei um Microkorg XL, com aquele vocoder embutido. O teclado tem um look retrô e parece de brinquedo, tem umas teclinhas micras. Na hora que tirei ele dá mochila rolou um certo clima do tipo ‘só isso?’, mas quando saiu o som ficou tranquilo.

“Ensaiei com três bandas (Indian Saints, Dan Dwarkin e Akudama), conversei com muitas outras. Com a Indian Saints cheguei a gravar algumas demos e fiz um show no Lit Lounge, local ideal pra novas bandas. Com a Akudama, que conheci no metrô, continuo colaborando pela internet.

“Em um mês percebi que todas as bandas que eu toquei tinham uma pontualidade e profissionalismo notório, todos os contatos que fiz eram muito objetivos. O famoso ‘beleza, então vamo marcar um chopinho’ carioca la é um pouco diferente, logo colorido com dia e hora.

“As bandas que conheci eram formadas por músicos que tinham outros empregos e as que toquei realmente eram bandas indies, ou seja, muito amor e ralação. O Gregory Pasqua, guitarrista da Indian Saints, trabalha na Sony Music em Manhattan, o baixista é técnico de som… Por meio de contatos acabei fazendo uma trilha pra um comercial que foi uma grana que pagou metade do meu aluguel.

“Os integrantes das bandas de NY são muito próximos, estão a uma pessoa de distância, é uma galera. O Greg era vizinho de um integrante do Yeah Yeah Yeahs, amigo do técnico de som dos Fuck Buttons, Mogwai, o MGMT faz parte do selo Columbia, da Sony, onde ele trabalha.

“A experiência foi sensacional e o profissionalismo por lá é motivador. Se você for objetivo vai se entender bem com a galera por lá. Voltei a uma semana e logo me deu a impressão que o Rio tava em câmera lenta! rs”

Abaixo, um remix de Pedro de “Inside and Out”, da Feist:

Inside and Out – Feist – (Remix Pedrokaco) by Pedrokaco

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“How To Make It In America”

Protagonizada por Bryan Greenberg e Victor Rasuk (o Alva de “Os Reis de Dogtown”) e com personagens interpretados pelo rapper Kid Cudi e Eddie Kaye Thomas (o Paul Finch de “American Pie”), a série “How To Make It In America” narra a vida de dois jovens tentando se dar bem em Nova York.

Produzida por Mark Walhberg, a primeira temporada estreiou em fevereiro e, como é praticamente uma regra atualmente, os oito episódios são recheados de boas músicas. No de estreia tocou “Comadi”, da CéU, e Kid Cudi fez uma mixtape do programa que pode ser baixada no saite oficial. Tem também um blogue que lista as músicas de todos episódios.

Lembrei de falar da série (dica do @tcompagnoni) depois de baixar a música da abertura, “I Need A Dollar”, do Aloe Blacc.

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Burns vs Bloomberg


foto: URBe

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, enfrenta um grande candidato nas próximas eleições. Os cidadãos escolheram ninguém menos do que Mr. Burns, o chefe do Homer Simpson, como o Macaco Tião local.

A campanha já começou e as ruas estão cheias de pôsters inspirados naquele criado por Shepard Fairey para a campanha do Obama.

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Looking at Music: Side 2


fotos: URBe

Falando na “Looking at Music: Side 2″, mesmo sendo muito mais modesta e menos abrangente, a exposição do MoMA consegue ser mais interessante do que a grandiosa British Music Experience.

Tratando da intercessão entre a arte conceitual e minimalista produzido em Nova York nos anos 70 e o punk, a mostra aborda trabalhos de artistas como Patti Smith, Blondie, Ramones e muitos outros.

Daria pra adaptar o formato e fazer algo parecido por aqui, mole, mole.

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Verdadeirismos


foto: URBe

“Truisms”, de Jenny Holz, foto tirada na exposição “Looking at Music: Side 2″, no MoMA.

Clique na foto para ampliá-la e aprender algumas coisas.

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Phoenix engole o Central Park


Phoenix, “1901″
vídeo e fotos: URBe

Quem acompanha esse espaço sabe que o Phoenix tornou-se uma obsessão por aqui, agravada após o lançamento do quarto disco, “Wolgang Amadeus Phoenix”. Por isso, a expectativa em relação ao show em NY era alta.

Lá pela metade da apresentação dos franceses no Rumsey Playfield, parte do Central Park Summerstage, pintou uma questão: como resenhar algo tão perfeito? Diante de tanto acerto, resta muito pouco além de elogios.

De cima do palco fincado entre as árvores no final de verão/início de outono nova-iorquino, com um público extasiado a sua frente, a banda deve ter se feito a mesma pergunta.

Sem saber o que dizer além dos trocentos “thank you” ao longo do show, o vocalista Thomas Mars encontrou uma maneira de demonstrar sua alegria no final da primeira parte, antes do bis. Microfone em punho, decidiu passear no meio da platéia, talvez tentando entender do ponto de vista do público o que havia acabado de acontecer.


Passion Pit

Voltar um pouco no tempo pode ajudar a entender o que deu tão certo. Antes do Phoenix colocar o Central Park no bolso, os americanos do Passion Pit fizeram o show de abertura. A expectavia era grande, porém, infelizmente, a apresentação falhou em todos os aspectos que o Phoenix acertou.

O Passion Pit teve uma enorme dificuldade em transpor o bom disco de estréia “Manners” para o formato ao vivo, a começar pelos falsetes do vocalista. Michael Angelakos não consegue atingir ou sustentar os agudos da gravação e por algum motivo prefere não utilizar os recursos digitais que poderiam auxiliá-lo (e certamente foram utilzados no disco).

Não é apenas a voz, todo o som do Passion Pit emagrece no palco. Os sintetizadores deixam para trás camadas (harmônicos, oitavas, dobras) que dão peso as músicas, a bateria foge dos pads eletrônicos, a banda ainda parece desentrosada.

A tentativa de reproduzir organicamente um disco que conta com tantos sons eletrônicos, como se isso fosse uma espécie de evolução, falha justamente por se afastar demais da proposta original. Ainda assim, algumas músicas, como “Sleepyhead”, funcionam. Com o tempo as outras podem acompanhar.


Phoenix

Com bem mais tempo de estrada, o Phoenix demonstrou segurança ao abrir direto com “Liztomania”, principal hit de  “Wolfgang Amadeus Phoenix”, lançado esse ano. Era como se dissessem “Estão ouvindo essa música? Temos muitas outras tão boas quanto, não se preocupem”. E tem mesmo.

O Phoenix esteve no Brasil em 2007 e o show foi bem elogiado. Porém, muita coisa mudou de lá pra cá.

No começo do ano o Phoenix passou por NY para tocar três músicas no Saturday Night Live (normalmente são duas) e também no David Letterman. Poucos meses depois, a banda volta a Grande Maça e faz dois shows esgotados no Central Park, um surpresa na Apple Store do Soho e, pra não perder a viagem, aproveita e visita o programa do Jimmy Fallon.

O responsável por tantas mudanças na carreira de uma banda até então nem tão conhecida foi o seu quarto disco, o melhor até aqui, catapultando o nome do Phoenix e levando faixas a serem incluídas até em comercial de carro. Uma surpresa para os próprios integrantes.

Prova disso é o quanto a platéia respondia mais a essas canções do que ao resto do repertório.


Phoenix

Poder assistir uma banda na turnê de um bom disco é muito bacana. No seu melhor então, nem se fala, ainda mais num show próprio, longo, além dos tradicionais 40 minutos dos festivais.

Restava saber se o quarteto conseguiria repetir ao vivo os timbres e arranjos que fazem “Wolfgang Amadeus Phoenix” tão bom. Os vídeos das participações em programas de TV que pipocavam na internet faziam crer que sim.

“Wolfgang…” foi tocado praticamente na íntegra (faltando apenas a parte 1 de “Love Like a Sunset”), intercaladas por alguns dos melhores momentos da banda em seus primeiros discos, como “Too Young”, “Long Distance Call”, “If I Ever Feel Better” e “Consolation Prizes”.

Muito bem ensaiados, com direito a paradinhas e movimentos coreografados, o show conta com cenário simples e funcional, baseado numa iluminação bem cuidada, na medida. Acompanhados por dois músicos de apoio, um tecladista/percussionista e um baterista monstruoso, os franceses repetem as gravações com uma precisão assustadora.

Para alguns isso pode ser algo menor, só que se tratando de músicas tão ricas em detalhes, climas, trocas de andamento, não apenas é muito difícil, como seria uma decepção se elas surgissem transfiguradas. Não há no que se mexer ali.

Não é todo dia que se ouve músicas tão bem produzidas serem reproduzidas tão fielmente ao vivo. Aliás, não é todo dia que se presencia um show tão bom. Direto pro Top 5 da vida, sem titubear.

No bis, Thomas Mars e o guitarrista Christian Mazzalai fizeram uma versão acústica de “Playground Love”, do Air, da trilha do filme “Virgens Suicidas”, da mulher do vocalista, Sophia Coppola, enquanto uma chuva começava a cair.

Era hora de se retirar em grande estilo e “1901″ serviu a esse papel. Pulação, gritaria, mais alguns “thank you” e fim de festa.

Numa rápida conversa após o show, Thomas Mars disse que há grande possibilidade da banda passar por aqui no ano que vem. A torcida já começou.

As músicas:

“Lisztomania”
“Long Distance Call”
“Lasso”
“Run Run Run”
“Fences”
“Girlfriend”
“Armistice”
“Love Like a Sunset Part 2″
“Too Young”
“Rally”
“Consolation Prizes”
“Rome”
“Funky Squaredance”

Bis:

“Everything is Everything” (Thomas and Laurent)
“Playground Love” (Thomas and Laurent)
“If I Ever Feel Better”
“1901″

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Phoenix e Passion Pit em NY, Franz Ferdinand em SP

Férias! Curtas, mas ainda assim férias.

Nada melhor pra descansar a cabeça do que conferir ao vivo três dos discos que mais rodaram por aqui esse ano.

Começa com Phoenix em turnê com “Wolfgang Amadeus Phoenix” e Passion Pit com sua estréia, “Manners”. No Central Park. Juntos.

Na volta desembarco direto em Sampa City para conferir (novamente) o Franz Ferdinand desfilar ”Tonight: Franz Ferdinand” na The Week, que promete ao menos se equiparar ao antológico show do Circo Voador (barrar vai ser difícil…).

O URBe, você sabe, não pára. Desacelera, mas vão pintando coisas por aqui de todo jeito.

Enquanto isso, vamos escutar música.


Phoenix, “Too Young”


Franz Ferdinand, “No You Girls”


Passion Pit, “Kingdom come”

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NY

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I Lego NY

Cenas nova iorquinas em versão reduzida, feitas de Lego.

Via NYT.

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Na moda

Ninguém mais aguenta os hipsters.

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Ambulantes

Conheça os finalistas do Vendy Awards 2008, premiação que escolhe o melhor da culinária de rua de Nova York.

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