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Arquivo: pedro seiler

A matinê do URBe

Com muito atraso, lá foi mais uma festa de aniversário do URBe. Oito anos e a beira de completar nove, em abril de 2012. Ano que vem acerto a data.

Foi uma noite animada, principalmente pela apresentação do Autoramas. Uma honra comemorar com uma das bandas mais legais do Brasil. A casa não estava lotada, a chuva mais uma vez atrapalhou, mas quem foi, viu um showzão. As 22h40 a banda já estava no palco, obedecendo o horário restrito do Studio RJ.


Autoramas

Também não sei se foi só a chuva… Lembro da festa de 2009, primeiro ano do Facebook forte no Brasil, o estrago que a divulgação pela rede social fez. 700 pessoas do lado de dentro, outras 700 de fora. Tem andado muito difícil divulgar eventos sem parecer uma mala (e como eu tenho divulgado eventos…), o Facebook está saturado, tanto de convites quanto os murais, ninguém está mais respondendo a nada. É complicado fazer as pessoas saberem do que está acontecendo quando todas estão sendo bombardeadas o dia inteiro, por coisa que interessa e coisa que não interessa.

O momento  mais inusitado da noite ficou por conta da advogada do Autoramas subindo ao palco para entregar ao grupo o documento que encerra a pendenga jurídica da banda com a fabricante de brinquedos Estrela, dona da marca Autorama, dos carrinhos de corrida. O Autoramas agora tem seu nome registrado e está devidamente autorizado a explorar a marca como quiser.


Sany Pitbull

Infelizmente, por limitações de som da casa, questões técnicas que os proprietários prometem solucionar definitivamente nas próximas semanas, as apresentações do Sany Pitubull e do Strausz foram prejudicadas e não teve pista.

Estava muito amarradão de finalmente receber o Sany e estrear o novo projeto do Strausz numa festa do URBe. Não deu nem tempo de tirar foto do Strausz, logo encerrei a pista com a chapação do Lone, quando ainda era 1h30. Foi uma pena, fico devendo um set para cada um deles, numa pista cheia.


Febre

Por conta disso, a festa terminou cedo. Uma turma grande rumou pra Matriz, onde estava rolando uma edição da agora esporádica Febre, a primeira festa de drum n bass do Brasil. A pista tava cheia, os hits estão voltando, o terreno se desenhando pro retorno triunfal das batidas quebradas.

Vai saber… De repente ano que vem, a festa de nove anos tem Marky, Patife, Koloral e Andy. ;)

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URBe, 8 anos: a festa!

Anota a data na agenda, confirma presença no FB e no ListaAmiga, espalhe a filipeta mais feia da cidade pela rede, enfim, prepare-se para mais um aniversário do URBe comemorado com atraso (sim, a festa de 7 anos, atrasadíssima, foi em 2011 mesmo). Um dia faço a festa em abril, no dia exato. Um dia.

Muitas atrações bacanas e um horário humano para uma quinta-feira. Imperdível. Logo vem as mini-entrevistas com os artistas, falando do que estão preparando para festa.

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Hoje tem: Dancing Cheetah especial

Entrevistas com os DJs e outros detalhes no blogue da macaca.

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A Cheetah dança

Se aprontando apra uma nova temporada todas as terças de julho na Casa da Matriz, a Dancing Cheetah põe pra jogo segunda mixtape da festa,  “Tropicaliente”.

A capa foi feita pelo Breno Pineschi e sua Hardcuore.

Anote as datas:

7 de julho – Edu K
14 de julho – Marcelinho da Lua / La Rica
21 de julho – DJ Chernobyl
28 de julho – Go East/ Dj Vivi Caccuri

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Bastidores no URBe

A cobertura do programa “Bastidores”, do Multishow, da festa de seis anos do URBe — captado toscamente filmando a tela da TVcom a câmera fotográfica, a maneira mais rápida de digitalizar qualquer coisa.

A entrevista foi feita durante o show do Lettuce, quando muita coisa ainda estava dando errado em termos de produção, faltando equipamento… Atenção para minha expressão bién relaxada, hahaha!

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Hoje tem

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URBe, 5 anos

E lá se foi a festa de 5 anos do URBe.

Eu não fui (obviamente, por estar morando em Londres), mas o Joca Vidal foi e disse que foi sensacional! Fala aê, Joca!

URBe, 5 anos
fotos e texto por Joca Vidal

A chuva londrina que começou a cair as 18h30 anunciava que estava chegando perto da hora da festa. Afinal, festa do URBe sem chuva não é festa URBe!

E como já está virando tradição (não por nossa culpa), o início também deu uma atrasadinha de leve e cada DJ teve 15 minutos a menos de discotecagem. Além disso, não foi possível a participação do VJ João Simi por problemas técnicos.

Falando em “de leve”, foi o próprio que abriu os trabalhos às 23h10, com sua Banda Leme, junto dos boa-praças Flu e Luciano. De Leve já havia feito uma participação na festa do ano passado, no show de estréia do João Brasil.

Mostrando suas novas composições, o trio estava bem a vontade na pequena pista do Clandestino. Talvez seja o fato de estarem quase tocando “em casa”, já que o local é bem perto da divisão entre Copacabana e Leme. Fazendo jus ao recente destaque na revista Rolling Stone, a Leme botou a galera para dançar, principalmente com seu hit “Nadadora”.

Em seguida, Gabriel Thomaz entrou na cabine e só saiu depois de aquecer a pista com uma deliciosa mistura de rock oldies de várias partes do mundo, chegando até a flertar com electro e breakbeats. A pegada continuou com Lucas Santtana, que aprofundou seu set na música eletrônica e mashups em geral, culminando sua apresentação com uma falta sentida na noite, a de João Brasil (lembrado com “Quero fazer amor”).

Pedro Zila fez a transição com a “Dança do Quadrado” e manteve o pique no melhor espírito CALZONE de ser, misturando rock com eletrônica, soul e funk. Impressionava pelas boas mixagens, arrancando gritinhos na pista (rarara!). Diogo Reis finalizou com chave de ouro o agito, com seu repertório único de space disco e grooves diversos. Agradou quem aguentou dançar até ás 4 e pouco da matina.

Gostaria de agradecer as pessoas que enfrentaram a chuva e forma prestigiar a festa. Os comentários na pista foram 100% positivos! Que venha 2009 e os seis anos do URBe!

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Eumir Deodato Trio, “Ao Vivo no Rio” (Biscoito Fino)

Quando a notícia de que o arranjador Eumir Deodato finalmente se apresentaria no Brasil após 15 anos sem tocar no país, imediatamente surgiu a vontade de se registrar um desses shows. Foi dessa vontade e de um esforço coletivo — dirigi em parceria com Felipe Continentino, Eduardo Hunter e Rafael Mellin, a produção executiva foi de Pedro Seiler — que nasceu o  “Deodato Trio Ao Vivo No Rio”.

Numa correria danada, depois de conversar com Deodato no final do show em São Paulo e acertar tudo com a Biscoito Fino, produzimos tudo em dois dias pra registrar a apresentação do Rio. Vendo tudo pronto e as imagens de um dos nossos ídolos na tela, valeu a pena o sufoco.

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