Que ano o Phoenix vem tendo desde o lançamento do melhor disco de 2009, “Wolfgang Amadeus Phoenix”.
Eleitos os artistas do ano no Hype Machine, os franceses Tocaram no Saturday Night Live, fizeram coletânea pra Kitsuné e falaram dos seus artistas favoritos, gravaram vídeos por Paris, fizeram shows especiais em estúdios de rádios, lançaram um disco oficial de remixes, foram remixados por uma outra penca de produtores, apresentaram-se no Central Park…
O que mais podia faltar, você pode perguntar. Acertou quem lembrou do famigerado acústico. Não mais. Gravado num show em Hamburgo, o EP não-oficial “Live & Unplugged” preenche essa lacuna.
Vai saber o que mais vem da banda por aí. Tomara que um próximo disco a altura desse último.
Dica do Antológico.

Lista são sempre polêmicas e geram discussão. A do Hype Machine no entanto é interessante porque não se baseia na opinião de uma redação ou gosto pessoal. Um dos principais agregadores de blogues musicais da rede, a Music Blog Zeitgeist é feita a partir dos dados coletados no tráfego do próprio saite, como buscas, links, etc.
São três categorias, artistas, discos e músicas. O Phoenix faturou melhor artista e o Animal Collective teve melhor álbum com o seu “Merriweather Post Pavilion”.
A relação de músicas não obedece uma ordem e o remix dos brasileiros do The Twelves para “I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You” esta lá.
O saite ainda convidou um ilustrador pra criar uma peça para cada um dos 50 artistas da lista. Fino.
Esse deve ter sido o ano em que menos fui a shows em muito, muito tempo. Culpa do cronograma de gravações mais cruel que já enfrentei (sempre noturnas, sempre em dias de bons shows). Ainda assim, teve MUITA coisa boa. Segue a lista, em nenhuma ordem específica.
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Paul McCartney (Coachella, EUA)
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Phoenix (Central Park, EUA)
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Curumin (Cinemateque, Rio)

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TV On The Radio (Coachella, EUA)
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Lucas Santtana & Seleção Natural (Vale Open Air, Rio)
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Radiohead (Apoteose, Rio)
“’Bom pra caralho’, como disse a banda em bom português ao final do show. Foi mesmo.”
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Kraftwerk (Apoteose, Rio)
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Franz Ferdinand (The Week, SP)
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Siba e a Fuloresta (Teatro Rival, Rio)
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Late Of The Pier (Coachella, EUA)
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M.I.A. (Coachella, EUA)
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Dirty projectors (Teatro Odisséia, Rio)
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Friendly Fires (Circo Voador, Rio)
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Lykke Li (Coachella, EUA)
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Little Joy (Circo Voador, Rio)
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Faith No More (Metropolitan, Rio)
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Skatalites (Circo Voador, Rio)
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Nação Zumbi (Circo Voador, Rio)
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Mexican Institute of Sound (Coachella, EUA)
Certeza que esqueci um monte de coisa, das que ouvi e, principalmente, do que não deu tempo de escutar. Não gosto muito de lista por isso, fico agoniado, mas é isso aí. Esses são os melhores discos internacionais de 2009 do URBe. Deixe seus escolhidos nos comentários.
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10.

Julian Casablancas, “Phrazes For The Young”
8.

Fuck Buttons, “Tarot Sport”
7.

Passion Pit, “Manners”
6.

6. Air, “Love 2″
5.

Mayer Hawthorne, “A Strange Arrangement”
4.

King Creosote, “Flick The Vs”
3.

The xx, “xx”
2.

Franz Ferdinand, “Tonight: Franz Ferdinand”
1.

Phoenix, “Wolfgang Amadeus Phoenix”
O Mura mandou um e-mail avisando desses vídeos sensacionais do Phoenix tocando para desavisados nos pontos turísticos de Paris, parte da série “Les Concerts à Emporter”, do saite francês La Blogoteque.
Presta atenção no povo na rua, lentamente desconfiando de quem se trata, alguns reconhecendo de imediato. É a volta pra casa da banda após o sucesso mundial do disco “Wolfgang Amadeus Phoenix”.
Phoenix, “1901″
Phoenix, “Lizstomania” / “One time too many”
Phoenix, “Long distance call”
Agora é pra valer. Trocentos remixes oficiais e não-oficiais depois, saiu “Wolfgang Amadeus Phoenix (Remix Collection)”, do Phoenix. Também dá pra ouvir em streaming.
Mais Phoenix? Mais Phoenix!
O diretor Guillaume Delaperriere
convidou os integrantes da banda para mostrarem alguns sons que curtem ouvir, filmou as bolachas rodando, inseriu comentários sobre as faixas aqui e ali e voilá. Simples e funcional, uma horinha de som guiado pelos franceses.
Dica do @rafaelsalim.
Até versão rasta de “1901″ já apareceu… E não foi só essa do
felipemusica não, tem o “Ivan Beck dub” também.
Ainda que nenhum remix sequer arranhe as versões originais, é assustadora a quantidade de versões de músicas do disco “Wolgang Amadeus Phoenix”, do Phoenix, que se pode encontrar solta por aí, quase todas de “1901″ ou “Listomania”.
De nomes conhecidos até iniciantes, todos querem tirar uma casquinha do melhor disco do ano.
A banda reuniu alguns para o vindouro “Wolfgang Amadeus Phoenix (Remix Collection)”, coletânea com as interpretações de gente como Alex Metric, Passion Pit, Soft Pack, Friendly Fires, Yatch, Chairlift, Devandra Banhart e Animal Collective.
Existem muito mais remixes do que poderia ser colocado num disco, então juntei alguns aqui (em negrito as melhores do que deu pra escutar atéa gora). A primeira lista e os devidos links foi copiada do Música Social:
“Fences” (Friendly Fires remix)
“Love Like A Sunset” (Animal Collective Remix - Deakin’s Jam)
“Rome” (Neighbours & Devendra Banhart Remix)
“Lisztomania” (Felipe Musica’ 1982 Remix)
“1901″ (L’Aiglon Remix)
“1901″ (Felipe Musica’ Cool Remix)
“1901″ (Ivan Beck’ Dub Remix)
Clicando aqui dá pra baixar um pacote com todas as músicas da lista abaixo, tungada do Music Under Fire:
“1901″ (Alan Wilkis Remix)
“1901″ (Build Remix)
“1901″ (Diese Remix)
“1901″ (Fabian Remix)
“1901″ (Ivan Beck Dub Remix)
“1901″ (JMP Remix)
“1901″ (Lapse Remix)
“1901″ (Mr Vega Remix)
“1901″ (NightWaves Remix)
“1901″ (One For The Team Remix)
“1901″ (Pete Herrs Symphonic Remix)
“1901″ (RAC Maury)
“1901″ (Remco Durez Remix)
“1901″ (Saycet Remix)
“1901″ (Tatelarock and Troublemaker Remix)
“1901″ (TheTeenagers Remix)
“1901″ (Tremulance Remix)
“Fences” (Jongleur Remix)
“Lisztomania” (A Fight For Love (25 Hours A Day Remix)
“Lisztomania” (Alex Metric Remix)
“Lisztomania” (Classixx Remix)
“Lisztomania” (Doctor Rosen Remix)
“Lisztomania” (Holy Ghost! Love Paris Remix)
“Lisztomania” (The Girls Can Hear Us Remix)
“Lisztomania” (The Tremulance Remix)
“Lisztomania” (Yuksek Remix)
“Lizstomania” (DerDieDas Remix)
“Long Distance Call” (25 Hours A Day remix)
“Rome” (Lanny Merge Remix)
“Lizstomania” (Toma Club Remix)
Phoenix, “1901″
vídeo e fotos: URBe
Quem acompanha esse espaço sabe que o Phoenix tornou-se uma obsessão por aqui, agravada após o lançamento do quarto disco, “Wolgang Amadeus Phoenix”. Por isso, a expectativa em relação ao show em NY era alta.
Lá pela metade da apresentação dos franceses no Rumsey Playfield, parte do Central Park Summerstage, pintou uma questão: como resenhar algo tão perfeito? Diante de tanto acerto, resta muito pouco além de elogios.
De cima do palco fincado entre as árvores no final de verão/início de outono nova-iorquino, com um público extasiado a sua frente, a banda deve ter se feito a mesma pergunta.
Sem saber o que dizer além dos trocentos “thank you” ao longo do show, o vocalista Thomas Mars encontrou uma maneira de demonstrar sua alegria no final da primeira parte, antes do bis. Microfone em punho, decidiu passear no meio da platéia, talvez tentando entender do ponto de vista do público o que havia acabado de acontecer.

Passion Pit
Voltar um pouco no tempo pode ajudar a entender o que deu tão certo. Antes do Phoenix colocar o Central Park no bolso, os americanos do Passion Pit fizeram o show de abertura. A expectavia era grande, porém, infelizmente, a apresentação falhou em todos os aspectos que o Phoenix acertou.
O Passion Pit teve uma enorme dificuldade em transpor o bom disco de estréia “Manners” para o formato ao vivo, a começar pelos falsetes do vocalista. Michael Angelakos não consegue atingir ou sustentar os agudos da gravação e por algum motivo prefere não utilizar os recursos digitais que poderiam auxiliá-lo (e certamente foram utilzados no disco).
Não é apenas a voz, todo o som do Passion Pit emagrece no palco. Os sintetizadores deixam para trás camadas (harmônicos, oitavas, dobras) que dão peso as músicas, a bateria foge dos pads eletrônicos, a banda ainda parece desentrosada.
A tentativa de reproduzir organicamente um disco que conta com tantos sons eletrônicos, como se isso fosse uma espécie de evolução, falha justamente por se afastar demais da proposta original. Ainda assim, algumas músicas, como “Sleepyhead”, funcionam. Com o tempo as outras podem acompanhar.

Phoenix
Com bem mais tempo de estrada, o Phoenix demonstrou segurança ao abrir direto com “Liztomania”, principal hit de “Wolfgang Amadeus Phoenix”, lançado esse ano. Era como se dissessem “Estão ouvindo essa música? Temos muitas outras tão boas quanto, não se preocupem”. E tem mesmo.
O Phoenix esteve no Brasil em 2007 e o show foi bem elogiado. Porém, muita coisa mudou de lá pra cá.
No começo do ano o Phoenix passou por NY para tocar três músicas no Saturday Night Live (normalmente são duas) e também no David Letterman. Poucos meses depois, a banda volta a Grande Maça e faz dois shows esgotados no Central Park, um surpresa na Apple Store do Soho e, pra não perder a viagem, aproveita e visita o programa do Jimmy Fallon.
O responsável por tantas mudanças na carreira de uma banda até então nem tão conhecida foi o seu quarto disco, o melhor até aqui, catapultando o nome do Phoenix e levando faixas a serem incluídas até em comercial de carro. Uma surpresa para os próprios integrantes.
Prova disso é o quanto a platéia respondia mais a essas canções do que ao resto do repertório.
Poder assistir uma banda na turnê de um bom disco é muito bacana. No seu melhor então, nem se fala, ainda mais num show próprio, longo, além dos tradicionais 40 minutos dos festivais.
Restava saber se o quarteto conseguiria repetir ao vivo os timbres e arranjos que fazem “Wolfgang Amadeus Phoenix” tão bom. Os vídeos das participações em programas de TV que pipocavam na internet faziam crer que sim.
“Wolfgang…” foi tocado praticamente na íntegra (faltando apenas a parte 1 de “Love Like a Sunset”), intercaladas por alguns dos melhores momentos da banda em seus primeiros discos, como “Too Young”, “Long Distance Call”, “If I Ever Feel Better” e “Consolation Prizes”.
Muito bem ensaiados, com direito a paradinhas e movimentos coreografados, o show conta com cenário simples e funcional, baseado numa iluminação bem cuidada, na medida. Acompanhados por dois músicos de apoio, um tecladista/percussionista e um baterista monstruoso, os franceses repetem as gravações com uma precisão assustadora.
Para alguns isso pode ser algo menor, só que se tratando de músicas tão ricas em detalhes, climas, trocas de andamento, não apenas é muito difícil, como seria uma decepção se elas surgissem transfiguradas. Não há no que se mexer ali.
Não é todo dia que se ouve músicas tão bem produzidas serem reproduzidas tão fielmente ao vivo. Aliás, não é todo dia que se presencia um show tão bom. Direto pro Top 5 da vida, sem titubear.
No bis, Thomas Mars e o guitarrista Christian Mazzalai fizeram uma versão acústica de “Playground Love”, do Air, da trilha do filme “Virgens Suicidas”, da mulher do vocalista, Sophia Coppola, enquanto uma chuva começava a cair.
Era hora de se retirar em grande estilo e “1901″ serviu a esse papel. Pulação, gritaria, mais alguns “thank you” e fim de festa.
Numa rápida conversa após o show, Thomas Mars disse que há grande possibilidade da banda passar por aqui no ano que vem. A torcida já começou.
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As músicas:
“Lisztomania”
“Long Distance Call”
“Lasso”
“Run Run Run”
“Fences”
“Girlfriend”
“Armistice”
“Love Like a Sunset Part 2″
“Too Young”
“Rally”
“Consolation Prizes”
“Rome”
“Funky Squaredance”
Bis:
“Everything is Everything” (Thomas and Laurent)
“Playground Love” (Thomas and Laurent)
“If I Ever Feel Better”
“1901″
Quatro dias em NY devem equivalr culturalmente a dois anos no Rio.
O show do Phoenix valeu cada centavo, bom demais, assustador de tão perfeito.
Por enquanto fica essa fotinho chulé. Estou em SP pro VMB (e ontem ainda teve o Franz Ferdinand matador na The Week), chegando em casa subo vídeos, fotos melhores, resenhas, aquele esquema que você já conhece.
Passion Pit, “The Reeling”
Franz Ferdinand, “Lucid Dreams”
Phoenix, “Liztomania”
Franz Ferdinand, “Ulysses”
Passion Pit, “Sleepyhead”
Phoenix, “1901″
Férias! Curtas, mas ainda assim férias.
Nada melhor pra descansar a cabeça do que conferir ao vivo três dos discos que mais rodaram por aqui esse ano.
Começa com Phoenix em turnê com “Wolfgang Amadeus Phoenix” e Passion Pit com sua estréia, “Manners”. No Central Park. Juntos.
Na volta desembarco direto em Sampa City para conferir (novamente) o Franz Ferdinand desfilar ”Tonight: Franz Ferdinand” na The Week, que promete ao menos se equiparar ao antológico show do Circo Voador (barrar vai ser difícil…).
O URBe, você sabe, não pára. Desacelera, mas vão pintando coisas por aqui de todo jeito.
Enquanto isso, vamos escutar música.
Phoenix, “Too Young”
Franz Ferdinand, “No You Girls”
Passion Pit, “Kingdom come”

Agora sim o Pitchfork acertou a mão numa lista de melhores do ano 2000.
No lugar da opinião coletiva de sei lá quem reunidas na sua P2K, dessa vez o saite convidou integrantes de diversas bandas para elaborarem suas listas individuais.
Entre os consultados estão Lindstrøm, Caribou, Fleet Foxes, Matthew Herbert, Stereolab, Fleet Foxes, Dirty Projectors, Yo La Tengo, Dinosaur Jr, The xx, Fuck Buttons, Matmos, Luomo e outros mais.
Abaixo, os eleitos por Laurent Brancowitz, do Phoenix:
D’Angelo: Voodoo [ouça "Send It On"]
To us, it was the musical equivalent of Einstein’s relativity, ripping off the fabric of time in a beautiful, traumatizing way.
The Strokes: Is This It [ouça "Someday"]
With songs and arrangements as elegant as mathematical formulas, they gave rock’n'roll its dignity back. Underestimated even when overestimated.
Sebastien Tellier: “La Ritournelle”
French genius in its purest platonic form!
Amerie: “1 Thing”
One of the most mysteriously amazing songs of the decade, it gives the illusion that some crucial secret is about to be revealed.
Dirty Projectors: “Rise Above”
The bass + voices at 1:40: They KILL me unfailingly.
R. Kelly: “I’m a Flirt”
A truly prodigious blend of the highest and the lowest forms of human imagination.
Panda Bear: “Bros”
I’ve been obsessed with this song for months, and I still don’t know why.
Fall of Troy: Doppelgänger
Devil’s music!
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Falando em Phoenix, como é que essa história? Partiu show deles com abertura do Passion Pit no Central Park, dia 26? Hein?
É o Phoenix fazendo versões acústicas de algumas de suas músicas nos estúdiosda rádio The Current, de Minnesota, nos EUA. Na página da emissora no YouTube tem material na mesma onde de muito mais gente, de Klaxons a Bon Iver a Yeasayer.
“1901″
“Liztomania”
“Playground Love”
Dirigido por Roman Coppola em 2002, o clipe de “Funky Squaredance”, do Phoenix, realiza algo que todo diretor sempre diz que vai fazer e acaba nunca fazendo: um clipe (ou um filme) que em vez de ter sua idéia executada, limita-se a explicar o que seria essa idéia.
A brincadeira de 9 minutos de duração foi adicionada ao acervo do MoMA, em Nova York.
Com um atraso de três meses, esse sábado foi exibido por aqui o episódio do Saturday Night Live com a participação do Phoenix mostrando músicas do excelente “Wolfgang Amadeus Phoenix”, presença certa na lista de melhores de 2009.
Não dá pra entender a demora. O Daily Show Global Edition não sofre com isso (até porque seria inviável um programa jornalístico passar com tanto atraso). Ou seja, possível é.
Os anúncios de TV a cabo tentam vender qualidade de imagem, quando estão apanhando da internet é justamente pela agilidade, mesmo com as terríveis compressões dos arquivos digitais.
Se experimentassem exibir Lost, SNL e outros seriados colado nas datas de exibição originais talvez tivessem uma surpresa em relação ao aumento no número de potenciais assinantes.
Voltando a Phoenix, a exibição foi tão perfeita tecnicamente que surgiram até boatos de playback. Quem esteve no show deles no Nokia Trends, em São Paulo (taí um show que perdi porque estava FORA, hahaha!), considerado por quem viu como um dos melhores de 2007, não deve ter ficado surpreso.
Enquanto isso, fico olhando desconsolado para o ingresso do Phoenix com abertura do Passion Pit no Central Park que ficará pra sempre no meu bolso…
Restam os vídeos da apresentação no SNL, onde tocaram três músicas em vez das usuais duas. Outros artistas que tiveram o mesmo privilégio foram Paul McCartney e U2.
“Too Young” (do disco “United”)
Falando em Phoenix, é uma belezura essa coletânea que eles compilaram pra série Tabloid, para gravadora francesa Kitsuné. É daquelas que você ouve e vai identificando as influências dos caras aqui e ali. Até o Lô Borges entrou na seleção.
1. Kiss – “Love Theme From Kiss”
2. Dirty Projectors – “Rise Above”
3. The Red Crayola – “Victory Garden”
4. The Impressions - “I’ve Been Trying”
5. Chris Bell - “I Am The Cosmos”
6. Roxy Music – “Pyjamarama”
7. The 13th Floor Elevators – “I Had To Tell You”
8. Elvis Costello & The Attractions - “Shipbuilding”
9. D’Angelo – “Send It On”
10. Tangerine Dream – “Love On A Real Train”
11. Urge Overkill - “Stull (Part 1)”
12. Lô Borges – “Aos Barões”
13. Iggy Pop & James Williamson - “Master Charge”
14. Dennis Wilson – “Lady (Falling in Love)”
15. Irma Thomas – “It’s Raining”
16. Ritchie Valens - “In A Turkish Town”
17. Dusty Springfield - “I Think It’s Gonna Rain Today”
18. Lou Reed - “Street Hassle”
O Phoenix acertou a mão. “Wolfgang Amadeus Phoenix”, continua de onde “It’s never been like that” havia parado, adicionando alguns elementos eletrônicos e boas camadas de sintetizadores, muito bem colocados, fruto da co-produção de Philippe Zdar, da dupla Cassius.
Grande canditato para o top 5 de 2009, o disco sai no dia 26 de maio.
Ahã, sai só nessa data sim.
Não apenas o Phoenix soltou a primeira faixa do seu próximo disco, “Wolfgang Amadeus Phoenix”, como o fez em grande estilo, na página oficial do grupo: em MP3 e AAC, ambos os arquivos em 256 kbps.
E que musicão! Hit.

O Phoenix terminou de gravar seu novo disco. Por enquanto, só liberaram o título, “Wolfgang Amadeus”, e um trecho ridiculamente curto de uma das músicas.
Pra acordar devagarinho.
Fiz essa mixtape pra testar, utlizando apenas músicas já disponíveis no Mixwit, ferramenta realmente bem prática.
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