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Guia do idiota de como promover sua banda no Facebook

O Everett True escreve o “Guia do idiota de como promover sua banda no Facebook”, aplicável a outras redes sociais e também a comunicação por email. Na canela para alguns, simples etiqueta digital para outros.

O @EduAzedo atendeu a convocação que fiz no Twitter por uma tradução, então agradeça a ele por essa versão em português.

Parece que tem gente que ainda não entende de etiqueta na internet quando se trata de promever sua banda para partes potencialmente interessadas no Facebook. Então vamos ver se podemos dar uma mãozinha, que tal? Muito do que vem a seguir também se aplica a outras plataformas sociais como o Twitter – e também serve para quando estiverem enviando e-mails.

1. Eu não pedi para você ser meu amigo no Facebook

Nem a maioria das outras pessoas, eu suspeito. Então me trate com o devido respeito. Você está aqui porque pediu: muito provavelmente porque viu meu nome relacionado junto com Nirvana ou que eu sou um critico musical conhecido. Então não venha de cara me criticar por coisas que eu faça ou tenha deixado de fazer (muito provavelmente ignorado algum link idiota para material da sua banda). Você está aqui porque escolheu.

2. Meu mural é meu

Se você quer me passar um link para a música da sua banda, faça isso. É bom. Confesso que de 50 a 70 porcento de músicas novas que eu public no Collapse Board vem diretamente de recomendações não solicitadas (frequentemente de pessoas que eu não conheço). Por exemplo, a Música Do Dia 405, 404, 403, 402, 399, 397… e por aí vai. Mas me mande o link numa mensagem, não ponha o link direto no meu mural. Eu não posto links do Collapse Board no seu mural. Sabe porquê? É rude pra caralho, por isso. Além de não me perguntar se eu quero escutar sua música, é também um spam pra TODOS os meus seguidores e amigos. Rude e de uma arrogância imperdoável.

Você que posta um link ou comentário ou o que seja no meu mural sem me pedir, espere que isso seja removido sumariamente – e você provavelmente vai se ver excluído dos meus amigos se eu não te conhecer de fato ou não tiver feito nenhum contato humano antes. (Isto não se aplica pro sujeito que só estiver agradecendo por eu tê-lo aceito como amigo, por acaso) Você deve notar que há links ocasionais e comentários deixados no meu mural que não são meus. Sim, geralmente eles vem ou de pessoas que me conhecem de verdade, ou que tenham estabelecido contato humano. Dificilmente importa o motivo, é a porra da minha escolha. É a porra do meu mural. É minha escolha compartilhar ou não música no meu mural, não sua.

3. Não espere que eu responda

Me parece óbvio, não é? Mas você vai ficar impressionado com a quantidade de gente sem noção que tenta me condenar por isso. Se eu gostar, eu respondo. Se não gostar, não respondo. Simples assim. Você nem está me pagando, você nem me conhece. Você não tem direito algum sobre o meu tempo.

Se isso lhe incomoda, não entre em contato comigo.

4. Se entrou em contato comigo, faça um esforço

E isso não significa escrever um e-mail preliminar dizendo “Gostaria de ouvir minha música?” Não. Porque diabos eu deveria? Mande o link de cara, mas use palavras – explicando porque isto deve me interessar. Eu ouço provavelmente 95% dos links que me mandam – sim, eu sou mesmo ingênuo a ponto de achar que este é um modo de descobrir músicas maravilhosas – mas posso te falar de cara quem são os 5% que EU NÃO LIGO DE ESCUTAR. Aqueles que só dizem “Achei que você deve gostar de escutar isso” (ou o equivalente). Se eles não se importam, porque eu deveria?

5. Pesquise

Se você não lê o Collapse Board você não tem idéia porque deveria me mender música para ser incluída no Collapse Board. É insultante, estúpido e uma grande perda de tempo para todas as partes envolvidas. Se você lê o Collapse Board, então tem uma idéia razoável do tipo de música que eu gosto. Em outras palavras, por favor não encha o saco se suas bandas favoritas são Coldplay e Arts Vs Science, ou se você pensa que os Smashing Pumpkins foram terrivelmente subestimados.

6. Não me adicione no Facebook e simplesmente poste um link com música da sua banda\

É rude pra caralho. Você não me conhece. Então não aja como se conhecesse.

Como Hannah Goligtly escreveu:

“Vamos encarar, é o equivalente online a alguém que você acabou de encontrar, como em “Oi meu nome é Fulano”, e de repente te obriga a fazer um favor a ela e, para ser ainda mais desconfortável, ela faz isso na frente dos outros, tentando te botar contra a parede ou então você acaba passando uma má impressão. São péssimos modos! Poderiam tartar até um ET com um pouco mais de respeito como um ser humano ao invés de tartar como uma máquina com produtos à venda.”

Aqui fica o trato. Tem um problema comigo no Facebook? Não me adicione então.

 

O original está no Collapse Board.

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Inglaterra se prepara para enxugar gelo

Estava demorando: premiê inglês David Cameron sugere um controle sobre as redes sociais para conter os tumultos em Londres.

Como disseram, conflitos urbanos existiam antes das redes sociais, o que não existia era mutirões de limpeza comunitários organizados em poucas horas.

Querer culpar as redes sociais é atacar a consequência, não a causa, como foi muito bem explicado pelo sociólogo Silvio Caccia Bava no belo sabão que passou nos apresentadores da Globo News.

Enquanto isso, o coro come no Chile, aqui do ladinho. Vai vendo.

Vários links e infos desse texto foram garimpandas na excelente filtrada das notícias de Londres feita pelo Matias.

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Rede social é coisa de velho

Média de idade dos usuários: 37 anos.


Clique na imagem para ampliar

Via @fcontinentinoBlueBus.

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Campanha por um Instagram melhor

Lancei no próprio Instagram, em inglês pra globalizar, hahaha! Depois me arrependi do último item, batido, deveria ter colocado “Pace yourself, don’t flood”.

Traduzindo:

Recomendações:

- Insta, sacou?

- Fotos feitas com celular apenas

- Chega de pés

- Sobras de comida, de novo?

- Sim, aviões tem asas

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Summify resume

What is Summify? from Team Summify on Vimeo.

O Summify promete organizar a vida de quem vive perdido entre a tonelada de infos recebidas via RSS e redes sociais, filtrando a leitura somente ao essencial.

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My Favorite Tweets (a Social Network Song)

Uma paródia de “My Favourite Thing”, do musical “A Noviça Rebelde”, em homenagem aos viciados em redes sociais.

Via @agenciaclick.

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Myspace cola no Facebook

Via Contagious.

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Queremos Belle & Sebastian no Rio!

Após o sucesso da ação pra trazer o Miike Snow para o Rio, agora vamos tentar o Belle & Sebastian (falei que esse era o assunto), dia 12 de novembro, no Circo Voador.

Acesse queremosbasnorio.com.br e saiba como participar. E voa, porque os ingressos reembolsáveis estão evaporando!

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Miike Snow no Rio: é nessa segunda, dia 20!


A revista Swede Beat entrevista Pontus Winnberg, do Miike Snow

Desde que a ideia do próprio público viabilizar o show do Miike Snow no Rio foi lançada, a repercussão foi grande.

Com a hora do show se aproximando, O número de pessoas na página da ação e na do evento do Facebook e no ListaAmiga vai crescendo, as matérias sobre o formato continuam saindo (no Estadão, em São Paulo, e em blogues no Brasilem Buenos Aires).

O Multishow preparou uma página especial com clipes e letras do Miike Snow, mais um dos 60 cariocas empolgados, Marcio Kabke, tomou a frente e fez um hotsite especial para o show, reunindo todas as infos indispensáveis.

Tá ficando quente. Essa segunda-feira promete. Garanta o seu ingresso.

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A repercussão do Miike Snow no Rio (é dia 20 de setembro!)


Segundo Caderno, jornal O Globo

+ essas: O Globo (a primeira), Megazine, Popload, Rraurl, Popup (e essa), Move That Juke Box (e mais outra), Bloody Pop, Melody Box, bRog, Destak… Sem falar nas tuitadas.

Os ingressos estão a venda. Faça sua parte, compre e divulgue para a ação pra trazer o Miike Snow para o Rio ser um sucesso!

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Miike Snow no Rio: CONSEGUIMOS!


arte: Filipe Mustache

Que alegria poder escrever esse título!

Compre sua entrada pelo preço único de R$50.

Presentes na escalação dos principais festivais do mundo, uma das banda que mais remixam e é remixada, abaixo estão os detalhes da missão que foi confirmar o show do Miike Snow no Rio.

Hoje em dia diversos shows internacionais vem ao Brasil – mas não ao Rio. O motivo alegado é simples e sempre o mesmo: desinteresse do público. É triste ouvir isso.

Acreditando que há sim um público interessado na cidade, semana passada, cansados de esperar, eu, Tiago Lins, Felipe Continentino, Pedro Seiler e Lucas Bori, resolvemos tentar fazer algo pra mudar essa situação.


“Animal”

Com a colaboração de 60 cariocas e do apoio da Tecla Music, Grupo Matriz, da produtora Das Duas e do canal Multishow, nós conseguimos! Aprendemos muito nessa última semana, sofremos com as mudanças de data, mas o que interessa é que o show está confirmado.

O Miike Snow queria tocar no Rio. Porém, o show não era confirmado porque ninguém quis arriscar pagar o custos da banda, um cachê de US$ 8 mil + 12 passagens RJ-SP, R$ 2.980 de hospedagem, alimentação e transporte, totalizando, com o dólar no valor de hoje, um valor arredondado de R$ 20 mil*.

Procuramos a produção do Circo Voador e propusemos pagar os custos da banda se eles assumissem os custos da casa (limpeza, segurança, funcionários, aluguel de equipamentos) e dividíssemos o valor do ingresso depois de descontar 5% da bilheteria relativo ao ECAD. Eles toparam.


“Cult Logic”

Por email, organizamos uma campanha entre amigos para rachar os custos e viabilizar a vinda da banda. Nascia o “Miike Snow no Rio”.

Distribuímos o valor total em 100 unidades de R$ 200. Cada um que pagasse teria direito a um ingresso e, com todas as unidades vendidas, o show estaria garantido (se não fossem vendidas todas as cotas, não haveria show e o dinheiro seria devolvido).

Vencida essa primeira etapa, começaria a venda de ingressos. Com 800 vendidos todos que compraram uma unidade teriam dinheiro devolvido e assistiriam o show de graça. O prazo para confirmar com a banda era curtíssimo, menos de um dia. Mesmo assim, o objetivo foi cumprido em tempo recorde.


“Black & Blue”

Não apenas 60 unidades evaporaram, como a empresa de music branding Tecla Music, Grupo Matriz e Das Duas e o canal Multishow apoiaram a mobilização e diminuíram o risco de quem pagou R$200. Agora precisam ser vendidos apenas 480 ingressos para conta empatar.

A motivação não é ganhar dinheiro com o show, embora isso possa acontecer. Nossa vontade é tirar a cidade da inércia. É quebrar este círculo vicioso (e viciado) segundo o qual o Rio não teria público que justificasse a vinda de artistas que não sejam consagrados.


“Sylvia”

Por isso quanto mais gente engajada no projeto, mais forte ele fica, em termos de repercussão na mídia, capacidade de atrair público e sucesso. O Rio nunca precisou disso, mas agora nossa força como público se faz necessária.

Isso não é campanha de nada, mas sim uma iniciativa de pessoas com vontade de continuar vivendo numa cidade interessante e heterogênea e relevante internacionalmente.

* O valor de 20.000 é um estimativa do custo máximo, por isso o valor arredondado, pois há pequenas variações no preço das passagens, por exemplo. Ao fim do evento acertaremos com os participantes o custo realizado, que se for menor, será reembolsado mas se for maior ninguém precisará pagar a mais.

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Reputação online

A ansiedade pelas mudança nos padrões de privacidadedeixou de ser algo exclusivo de celebridades. O slogan da Reputation Defender resume as intenções da empresa: “porque não há botão de deletar na internet”.

O serviço promete organizar a sua presença online, desde controlar quais páginas aparecem melhores colocadas em buscas por seu nome ou da sua empresa no Google até fazer desaparecer páginas e citações embaraçosas espalhadas pela rede.

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Troca jogo

Um comunidade para trocar jogos de videogame, a auto-explicativa Troca Jogo.

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10 razões para deletar sua conta no Facebook

O Business Insider listou dez motivos para você abandonar sua conta do Facebook. Quase todas estão relacionadas a sérias questões de privacidade, mais preocupantes até do que as relações políticas e comerciais da rede social.

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Flavors.me

Esse Flavors.me é tão simples quanto genial.

Um GeoCities do anos 00, o saite permite qualquer um construir uma página pessoal que agrega em um só lugar o conteúdo gerado pela pessoa em redes sociais como Twitter, YouTube, Flickr, Vimeo, Facebook, etc.

Fiz um pra mim: flavors.me/brunonatal

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Regras para o sucesso nas redes sociais

1 – Publique no Tumblr o que você acha interessante.

2 – Publique no Twitter o que os outros vão achar interessante.

3 – Publique no Facebook o que o faz você parecer interessante.

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Doc e social

“Us Now” é um documentário sobre as redes sociais online, suas ferramentas e importância no mundo real.

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Facebook

Algumas palavras sobre o Facebook, o Orkut dos gringos.

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