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Arquivo: séries

Doc: “Reggae Britannia”

Parte da série “Britannia”, produzida pela BBC de onde também saiu “Synth Britannia”, a influência do reggae na música inglesa é dissecada em “Reggae Britannia”.

É uma espécie de “Dub Echoes” focado em um lugar. Dá pra assistir na íntegra nessa página francesa.

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A segunda temporada de “How To Make It In America”

Lá vem a segunda temporada da boa “How To Make It In America”. Se liga no Kid Cudi no cantinho ali.

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Série: “3%”

“A série acompanha a luta dos personagens para fazer parte dos 3% dos aprovados que irão para o Lado de Lá. A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever em um processo seletivo. Apenas 3% dos inscritos são aprovados e serão aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. O processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais.”

Fazendo um paralelo com o acesso ao ensino superior no Brasil, a série “3%” foi citada na Wired.

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“Portlandia” e a tecnologia


Multitarefas

Estrelado por Fred Armisen, do Saturday Night Live, Porlandia é um seriado com uma premissa bizarra: uma cidade atual (Portland) em que todas as convicções dos anos 90 vingaram.

O mais engraçado, porém, são as críticas ao modo de vida atual, como nossa maneira de lidar com a tecnologia.

E ainda toca Washed Out na abertura. Pena que foram apenas seis episódios.

A propósito, você já leu…


“Você já leu?”

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Chegando atrasado 13: “True Blood”

Esqueça a onda vampiresca impulsionada pela “Twilight” mania. Em sua terceira temporada, o seriado “True Blood”, produzido pela HBO, passa longe das aflições e fantasias adolescentes encontradas na saga de Bela e Edward.

“True Blood” é muito mais sombria, da abertura realizada pela Digital Kitchen a fotografia repleta de sombras, comprovando a boa fase técnica que atravessam os seriados americanos.  Os volumes 1 e 2 da trilha sonora são bem bons.

Acompanhando os dilemas de Sookie Stackhouse no sul dos EUA, interpretada por Anna Paquin, o seriado é ambientado numa sociedade em que vampiros passaram a conviver abertamente com seres humanos desde o lançamento de uma bebida substituta do sangue, a Tru Blood.

O papo é muito menos sobre vampiros do que sobre relacionamentos. É tudo pano de fundo para tramas pelas quais “True Blood” ficou conhecida, repletas de palavrões cenas de sexo e nudez beirando o soft porn.

Não é toda programa que ganha um trilha de Snoop Dogg, feita em homenagem a Sookie especialmente para o lançamento da terceira temporada.

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Vodo

Vodo é um canal de distribuição de filmes via torrent focado em conteúdo disponibilizado gratuitamente pelos próprios produtores, com remuneração expontânea feita pelos usuários. Não é uma novidade, porém iniciativas como essa vão popularizando um formato de negócio que muitos apostam ser um caminho viável para o mercado independente.

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A fúria de “Lost”: Cuidado, SPOILER!

Decidi assistir a última temporada de “Lost” mais como experiência social do que por ser fã. O que eu não podia adivinhar é que a decisão de assistir a série iria me colocar em rota de colisão com os verdadeiros fãs de “Lost” — o que acabou enriquencendo ainda mais a experiência.

Mesmo para quem pegou o bonde andando, baseando-se nas recapituladas oferecidas pela rede ABC e outras tantas diponíveis online, a reta final de “Lost” está sensacional. Ontem, quarta-feira, dia seguinte ao episódio 14, “The Candidate”, ter sido exibido nos EUA, ainda impactado por uma das cenas, resolvi comentar sobre a fotografia no Twitter.

Para facilitar o entendimento, caí na besteira de indicar especificamente a qual momento me referia. Sabendo da seriedade com que os fãs de “Lost” tratam os segredos da ilha e tentando não entregar muito, escrevi algo mais ou menos assim (como apaguei a tuitada, essa é uma reprodução aproximada, porque não ouso repetir):

“*SPOILER* Ao mesmo tempo pesada e bonita a cena da ***** de *** e ***. Linda fotografia.”

Pra quê… A mensagem do @marcio_k reproduzida na imagem que ilustra esse texto apareceu no Twiter exatamente 30 segundos após a minha. A comparação religiosa com a fatwa não era exagerada. Era uma profecia.

@danielferro conclamou: “Unfollow no @URBe até terminar LOST. To falando sério“. E olha que o cara é meu amigo! As mensagens carinhosas continuaram, vindas de toda parte, @labatti, @ClaraPolainas, @rtopitt, @marianelorente, @rhermann, @cboechat@tcompagnoni resumiu bem: “Acabo de presenciar a versão 2010 de ‘Versos Satânicos’ com 140 caracteres, por @URBe, o Salman Rushdie dos losties.

De nada adiantou avisar ter destacado a palavra SPOILER (jargão de fóruns de programas de TV que indica que o texto contém revelações para quem não assistiu), o estrago estava feito. Ainda corri pra deletar a tuitada. Já era.

Que a experiêcia de assistir “TV” está mudando não é novidade. Hoje em dia, o público acompanha via computador quase em tempo real produções dos EUA que sequer são exibidas no Brasil. Sem saber que, por conta do fuso, a noite de quarta é o dia “oficial” de “Lost”, apostei que os fãs já teriam baixado e assistido o episódio na noite anterior.

O saldo foram quatro seguidores a menos. Pode não ser um número impressionante, porém a velocidade com que tudo isso aconteceu, num espaço de 20 minutos, ilustra como a maneira com que os fãs consomem conteúdo mudou. Não existe mais horário fixo, lugar certo para se falar a respeito, nada.

Faltam três semanas para o mundo voltar ao normal. O capítulo final de “Lost” será exibido no domingo 23 de maio, numa transmissão que totalizará 4h30 entre recapitulações e episódio duplo “The End”. Então, quem sabe, dê pra conversar sobre o seriado sem medo de represálias.

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Seinfeld dramático


“George” re-cut

Muito boa essa edição transformando a comédia “Seinfeld” num dramalhão, tuitada pelo @bnogueira. Que diferença não faz uma trilha sonora.

Lembrei imediatamente do maior clássico do gênero, o trailer que transforma o apavorante “The Shining”, de Stanley Kubrick, numa comédia romântica xarope.


“The Shining” re-cut

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“How To Make It In America”

Protagonizada por Bryan Greenberg e Victor Rasuk (o Alva de “Os Reis de Dogtown”) e com personagens interpretados pelo rapper Kid Cudi e Eddie Kaye Thomas (o Paul Finch de “American Pie”), a série “How To Make It In America” narra a vida de dois jovens tentando se dar bem em Nova York.

Produzida por Mark Walhberg, a primeira temporada estreiou em fevereiro e, como é praticamente uma regra atualmente, os oito episódios são recheados de boas músicas. No de estreia tocou “Comadi”, da CéU, e Kid Cudi fez uma mixtape do programa que pode ser baixada no saite oficial. Tem também um blogue que lista as músicas de todos episódios.

Lembrei de falar da série (dica do @tcompagnoni) depois de baixar a música da abertura, “I Need A Dollar”, do Aloe Blacc.

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Yearbook do Friends

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Lost: resumo das 5 temporadas em 8 minutos

Eis um assunto pop que pipoca em toda parte e nunca foi sequer mencionado aqui no URBe: “Lost”. O motivo, óbvio, é que não acompanho o seriado.

Pode botar a culpa no trauma causado pela trilogia “Matrix”. Lembro de sair de “Matrix Reloaded” (segundo da série) achando bem ruim. Porém, no papo com amigos depois da sessão, tantas possibilidades foram levantadas sobre as pontas desamarradas que a conclusão prometia ser arrebatadora.

Minha impressão inicial mudou. O “Reloaded” não era isso tudo apenas porque o “Revolutions” (o terceiro filme) ainda não havia sido lançado para responder tantas perguntas. Foram seis longos meses de espera e especulação até o lançamento da última parte.

A expectativa em relação a conclusão da saga de Neo só não foi maior que a decepção causada pela bomba “Matrix Revolutions”. Foi triste constatar que nenhuma das brilhantes possibilidades da trilogia haviam sido exploradas. Terminou de maneira patética, com aquele céu alaranjado cafona que só.

Voltando ao “Lost”, assisti os seis primeiros episódios quando estreiou. Tive certeza que o troço ia ficar confuso além do que a paciência permitiria para tentar decifrar tantas charadas. Era o mistério pelo mistério, muitas perguntas e pouquíssimas respostas (o que, parece, só foi mudar na 5a temporada). Deu preguiça.

Entretanto, se algo positivo ficou da experiência “Matrix” foi a sensação de que apenas quem estivesse acompanhando a trilogia naquele momento poderia esperimentar esse vácuo de informações. Após concluída, as respostas estariam há apenas um DVD de distância.

Hoje os fãs de “Lost” vivem um momento similar, aguardando ansiosamente o desenrolar da sexta e última temporada que estreiou nessa terça, na esperança de que tantas questões serão finalmente explicadas. Mesmo pra quem não assiste, é praticamente impossível desviar do assunto “temporada finald e Lost”.

Apesar de ser sempre possível reassistir a série inteira, após concluída o segredo da ilha estará a dois cliques de distância. Não terá a mesma emoção de agora.

Então, mesmo que não tenha tanta graça, quem não tiver tempo de assistir os quase 100 episódios das cinco primeiras temporadas (e quem tem?), pode se atualizar através de resumos como o do vídeo acima ou mais completos, como o especial de uma hora exibido na TV americana.

Pelo menos, nessa temporada, respostas estão a caminho.

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“Cultura da Convergência”, Henry Jenkins

Considerando que em “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins se debruça sobre filmes e seriados de TV para explicar que a tal convergência de mídias é muito mais do que um celular que tira foto e roda vídeos, a foto da capa é um equívoco.

Dissecando as estratégias de divulgação de um filme ou programa de TV por capítulo — de “Harry Porter” e “Matrix” a “Survivor”, “American Idol” e”Heroes” (além de diversas outras referências) — Jenkins apresenta o conceito de narrativa transmidiática, palavra chave do livro.

Hoje não basta fazer um saite para o filme, um livro sobre a série, um videogame inspirado num quadrinho. É preciso que as ações em todas essas mídias sejam complementares, sem que o consumidor que optar por não acompanhar todas as vertentes fique perdido no produto principal. Quer dizer, enquanto houver um produto principal.

Leitura indispensável para quem trabalha com produção de conteúdo, em qualquer formato. Jenkins presta um grande serviço ao organizar informações tão valiosas.

Uma edição atualizada, com um capítulo inédito sobre o YouTube, acaba de ser lançada.


o autor do livro fala sobre narração transmídiatica
via: Os Alquimistas, saite dedicado ao tema

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A primeira bad trip a gente nunca esquece


“V”, 2009

Se essa releitura de “V” for metade do que foi a série original já tá valendo.

Quando passou por aqui, em 1985, fiquei semanas noiado, sem dormir direito, achando que um daqueles lagartos alienígenas ia sair debaixo do sofá, desenhado num papel, para depois se transformar num ET em tamanho real.


“V”, 1984

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História

O promo da nova temporada de “Weeds” conta a história de como a maconha chegou aos EUA e foi banida. Uma espécie de versão reduzida (e piorada) do documentário “Grass”.

É questão de tempo.

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Aleixo no Brasil

O Bruno Aleixo está vindo para o Brasil!

A zoação com as fontes e artes da Globo estão impagáveis.

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