Do papo entre Mura e Salim nos comentários do texto sobre o George McCrae saíram duas boas dicas de covers:
A primeira é versão do Self de “What A Fool Believes”, do Doobie Brothers, retirada do disco “Gizmodgery”, gravado inteiramente com instrumentos de brinquedo:
Self, “What A Fool Believes” (Doobie Brothers)
Doobie Brothers, “What A Fool Believes”
A outra é a interpretação do Yo La Tengo para “Can’t Seem To Make You Mine”, do The Seeds:
Yo La Tengo - Can’t Seem To Make You Mine (The Seeds)
The Seeds - Can’t Seem To Make You Mine
Versão acústica do sueco Erik Hassle (da brega “Hurtful”) para “In For The Kill”, da inglesa La Roux.
Buscando alguma coisa além de “Horchata” do “Contra”, segundo disco do Vampire Weekend que sai em 2010, encontrei essa versão que eles fizeram para “Everywhere”, do Fleetwood Mac.
O Black Eyed Peas incluiu “Sex on Fire” (Kings of Leon) no repertório do show que fizeram em Glastonbury, semana passada. Curiosamente, por enquanto há apenas um único vídeo com um pedacinho dessa versão rolando por aí.
Record Club: Velvet Underground & Nico ‘Sunday Morning’
A idéia do Record Club, idealizado por Beck, é bem simples: ele chama alguns amigos pra gravar, em um dia, uma versão de um disco clássico. Depois ele solta as faixas uma a uma no saite. O primeiro escolhido foi “Velvet Underground & Nico”. Fino.
É como se Rihana sempre tivesse sido forrozeira. Melhor versão de “Umbrella”, sem sombra de dúvidas.
Via FMJoãoBrasil
Via Trabalho Sujo (e o Matias tá ameaçando voltar a postar freneticamente… Se segura).
Littleboy, “Two Of Us” (Beatles)
Esse Littleboy, provavelmente holandês considerando-se a url do saite, faz versões de clássicos da música com o seu trompete. Um gênio.
Via e-mail (como sugestão pro Mondo Bizarro) com link para Cilada Mental.
Beatles, “Two Of Us”
Se o videogame inspirado no filme “Batman, o cavalheiro das trevas” tivesse saído na época do bom e velho Nintendinho, seria assim. Bem mandado, porém chupadão do Ninja Gaiden.
Skank, “Mil acasos”
Undertones, “Teenage kicks”
Nem sei se isso já foi dito ou não, mas a não ser que seja realmente uma versão (só vendo no encarte do disco) essa “Mil acasos”, do Skank, é uma cópia descarada e muito águada de “Teenage kicks”, do Undertones.
A versão do Dizzee Rascal e Chrome para “Thats not my name”, do Ting Tings, com várias adaptações na letra:
They call me blud
They call me rude bwoy
They call me oi
They call me mate
That’s not my name, that’s not my name, that’s not my name
They call me Maiyou
But I’m a fly you
They use the N word
Like it’s a game
That’s not my name, that’s not my name, that’s not my name
A simpatia em pessoa, Tricky “What the fuck you lookin’ at?” brinca com “Slow”, da Kylie Minogue.
Versão menininha do The Bamboos, com participação da Megan Washington, para “King of the rodeo”, do Kings of Leon.
O grande Manu Pontes manda sua versão toda especial de “Off the wall”, do Michael Jackson, no metrô de Londres.

Lucas Santtana
foto: Joca Vidal
Gravando disco novo, cujo conceito está guardado num cofre, Lucas Santtana soltou uma versão com influências de afrobeat de “Positive vibration” (Bob Marley), gravada ao vivo, com todos seus erros e acertos.
Pelo pouco que ele se dispõe a contar do novo trabalho, não tem nada a ver com o que vem por aí.
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