26 de maio de 2011 às 12h08
Doc curta: “Heavy Metal Gangs of Wadeyeye”
Tribos aborígenes adotam nomes e estilo de bandas de metal dos anos 80 e 90. Sério.
Continue assistindo a parte 2.
Tribos aborígenes adotam nomes e estilo de bandas de metal dos anos 80 e 90. Sério.
Continue assistindo a parte 2.
Falando em Phoenix, saca esse vídeo da banda ao vivo em Londres, tungado do Creators Project.
* Não havia código pra embutir o vídeo, então dei meus pulos aqui e rolou desse jeito, estourando a coluna. Esses tipos de problemas e bugs técnicos e visuais estão em vias de acabar por aqui. Né não, Chris? Aguarde.
O Rocketeer mexicano. Daqui a pouco o sujeito pinta no carnaval carioca.
A VBS.TV , da revista Vice, produziu um documentário em cinco partes sobre o bizarro donk, estilo musical que está crescendo no norte da Inglaterra, onde o sotaque é tão forte que os depoimentos dos artistas locais são legendados mesmo para o público inglês.
Blackout Crew, “Put A Donk On It”
No norte da Inglaterra, uma geração criada a base de hardcore e grime encontra as batidas e o timbres do pior do poperô dos anos 90. O resultado é o Donk.
É, tá pensando que a volta dos 90 é o que?
“De acordo com o formato da testa de Andrew ele é um homem benevolente. No entanto ele guarda energia negativas. É um homem consumido pelo medo e acha muito difícil completar tarefas.”
According to Andrew’s convexed upper forehead he is a man of great benevolence, a man of true goodness. However he does have some negative energies, for example the narrowing of his skull slightly behind the perpendicular line suggest that beneath his campus-shaman identity, he is consumed by fear and finds it hard to complete tasks.
Crime Factor: Low.
Esse é o resultado de uma análise da personalidade de Andrew Vanwyngarden (MGMT) feita pela Vice usando os conceitos da frenologia, teoria que descreve a personalidade de uma pessoa baseada no formato do seu crânio de sua aparência (“técnica” muito admirada pelos nazistas).
Dá pra adivinhar que tipo de formas seriam as mais problemáticas, não?
O motivo da brincadeira foi uma maneira de criticar uma revista para adolescentes inglesa, Mizz, que publicou uma matéria ensinando adolescentes a julgar os amiguinhos pela aparência.
Num momento de xenofobia crescente na Europa, é relevante.
Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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falaurbe [@] gmail.com
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