17 de dezembro de 2009 às 10h27
Whitest Boy Alive ao vivo no Rio
Piada irrestível: um dos melhores momentos, o TWBA em silêncio
Semana passada o The Whitest Boy Alive tocou no Rio e, pra resumir em uma palava, foi uma catarse. A platéia adorou, cantou junto como se todas as músicas tocassem no rádio e a banda brincou por uns momentos de ser maior do que é.
Voto vencido, fui dos poucos que não acharam isso tudo.
O baterista é um relógio, não erra nada. O problema é ser preciso demais para um som que pede suingue. O baixista, animalesco, até ajuda a balançar a coisa e o tecladista faz o papel principal, criando as melodias e fazendo a cama.
O problema pode ter sido o líder da banda, o guitarrista e vocalista Erland Øye, que passa boa parte do show dando esporro da platéia que fala demais — “como há quatro anos atrás”, disse, referindo-se ao show do Kings of Convenience no TIM Fest.
Os discos são muito bacanas. Ao vivo, sei não, falta sal naquilo ali.




Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.

















