• O Zack Snyder não entende nada do Super-Homem

    Não gosto dos filmes do Zack Snyder. Acho a estética de suas produções extremamente bregas. A fotografia é sempre cafona, cheia de filtros e saturada. A estilização vai do roteiro à edição, passando pela atuação caricata dos intérpretes de seus personagens. Ainda assim, reconheço seu sucesso ao fazer um cinema minimamente autoral em Hollywood. Também […] >
  • E o teaser de The Hateful Eight, o próximo filme de Quentin Tarantino

    Só pra constar: taí o teaser de The Hateful Eight, o próximo filme de Quentin Tarantino. Que bom que não entrega muito: ia ser mó desperdício de material divulgar um trailer de verdade no mesmo dia que o J.J. Abrams resolveu mostrar um pouco mais do seu Guerra nas Estrelas, né?

  • O novo teaser de Star Wars: O Despertar da Força

    Ah, cara, o que dizer? Tava com mó saudade dessa galera toda. Eu me rendo, vai ser foda. Prometo depois pensar com calma e tentar escrever algo lúcido por aqui.

  • O potencial não aproveitado da série do Demolidor no Netflix

    Minhas opiniões em relação à série do Demolidor pro Netflix ainda não estão inteiramente formatadas. O herói é meu personagem preferido da Marvel: ele tem a cronologia mais consistente, os melhores coadjuvantes, algumas das melhores histórias da editora e a personalidade mais elaborada. Os alter-egos de Homem de Ferro, Thor e Capitão América são extremamente […] >
  • A arte de Adrian Tomine para o livro Dark Sparkler

    Falando em Adrian Tomine, ele é um dos artistas com uma ilustração presente no livro Dark Sparkler. Escrito pela atriz e poeta Amber Tamblyn, o livro é uma coletânea de textos e poesias sobre atrizes que morreram ainda jovens. Além de Tomine, a obra também reúne artes de gente como David Lynch (!) e Marilyn Manson (!!!). A imagem de Tomine ilustra o texto sobre a vida da atriz Jennifer Davis. Não sei se o livro é pra mim, mas uma arte do Tomine é sempre digna de nota. Aí está.

  • A capa de Adrian Tomine para Optic Nerve #14

    O Adrian Tomine criou a série Optic Nerve em 1991 e ela é publicada sem regularidade desde então. As primeiras edições, ainda com cara de zine, depois foram relançadas pela Drawn and Quarterly em uma caixinha batizada de 32 Stories. A partir de 1995, o autor e a editora começam uma nova leva da série, que terá sua 14ª edição lançada em maio, durante o Toronto Comic Arts Festival. A capa é essa aqui em cima, publicada hoje no site da Drawn and Quarterly. Vale lembrar que pra outubro tá agendado o lançamento de Killing and Dying., coletânea dos três mais recentes números de Optic Nerve. Bom esse 2015, hein? Não é qualquer ano que tem dois lançamentos do Tomine. E pensar que ele continua inédito em português..tsc, tsc…

  • Papo com Pedro Cobiaco

    Não tenho certeza de quando li pela primeira vez um trabalho do Pedro Cobiaco. Provavelmente foi quando ele começou a desenhar pra Folhinha, lá em 2010. Lembro na época como focaram na idade dele, que um garoto de 14 anos era o novo quadrinista do jornal. Aliás, até hoje, tudo que leio sobre o Pedro […] >
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